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MADRID 8 ago. (EUROPA PRESS) -
As piscinas, o mar e o aumento da exposição à radiação ultravioleta favorecem o aparecimento de conjuntivite viral e ceratite devido à exposição ao sol, afirma o oftalmologista da Policlínica Gipuzkoa, Dr. Héctor Fariña.
Especificamente, "o cloro, dependendo de sua concentração, pode causar conjuntivite tóxica. E o sal, por ser hipertônico, também irrita a conjuntiva, especialmente em crianças, que tendem a sair da água com os olhos vermelhos", explica Fariña. A água compartilhada também pode conter vírus, algas, amebas ou outros germes que entram em contato com os olhos e provocam infecções.
Por outro lado, o calor e a umidade "funcionam como um terreno fértil para certos vírus, como o adenovírus", uma causa comum de conjuntivite durante essa época do ano, diz o especialista. Entre os sintomas mais comuns que devem levar alguém a suspeitar de uma infecção ocular, o especialista destaca a vermelhidão do olho, o corrimento ocular (especialmente pela manhã) e a sensação de coceira ou de ranger os olhos.
Nesse sentido, Fariña recomenda proteger os olhos com óculos de natação ou máscaras se for mergulhar ou abrir os olhos embaixo d'água; evitar abrir os olhos o tempo todo no mar ou na piscina sem proteção; e, no caso de usuários de lentes de contato, não mergulhar com elas e não abrir os olhos embaixo d'água.
"A proteção para os olhos deve fazer parte de nossos itens essenciais de verão. Assim como aplicamos o protetor solar, devemos proteger nossos olhos contra as agressões externas típicas desta época do ano", conclui o oftalmologista.
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