CONSEJERÍA CANARIA DE SANIDAD
LAS PALMAS DE GRAN CANARIA 4 abr. (EUROPA PRESS) -
A ministra regional da Saúde do Governo das Ilhas Canárias, Esther Monzón, pediu nesta sexta-feira ao Ministério da Saúde que inclua as associações oficiais de medicina, psicologia e serviço social na comissão técnica responsável pelo Plano de Ação de Saúde Mental 2025-2027, aprovado na sessão do Conselho Interterritorial do Sistema Nacional de Saúde (SNS), realizada nesta sexta-feira em Toledo.
Na reunião, Monzón também alertou sobre os riscos da intrusão laboral no campo da terapia psicológica, enfatizando que "apenas os psicólogos são competentes para realizar esse tipo de intervenção com pacientes com problemas de saúde mental", conforme relatado pelo Ministério da Saúde regional em um comunicado à imprensa.
Ele acrescentou que, mesmo que outros profissionais tenham um mestrado em psicoterapia, "isso não os qualifica para realizar terapia psicológica", pois esse é um campo específico para profissionais de psicologia.
No caso das Ilhas Canárias, foram os profissionais do Serviço de Saúde das Ilhas Canárias que participaram dos grupos de trabalho para a elaboração do Plano Nacional de Saúde Mental, de acordo com as linhas estratégicas do Plano de Saúde Mental das Ilhas Canárias, que aborda necessidades específicas e estabelece as situações específicas a serem desenvolvidas para melhorar a atenção à saúde mental em todos os níveis de atenção e em diferentes áreas de intervenção.
O documento inclui doze linhas estratégicas, entre as quais se destacam, por sua alta prioridade, a prevenção e o tratamento do comportamento suicida, o atendimento a pessoas com transtornos mentais graves, a saúde mental de crianças e adolescentes e pessoas com patologias duplas e vícios.
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