Europa Press/Contacto/Maksim Konstantinov
MADRID 20 out. (EUROPA PRESS) -
As autoridades da Arábia Saudita anunciaram nesta segunda-feira a execução de um homem acusado de terrorismo, apesar das críticas de ONGs de direitos humanos de que o homem havia sido condenado por crimes cometidos quando era menor de idade.
O Ministério do Interior identificou o acusado como Abdullah bin Muhamad bin Said al-Dirazi e disse que a execução foi realizada na Província Oriental. "Ele cometeu crimes terroristas ao estabelecer uma organização terrorista com o objetivo de desestabilizar a segurança e atirar em instituições e funcionários de segurança com a intenção de matá-los", disse um comunicado.
A pasta ministerial reafirmou seu compromisso de "estabelecer segurança, justiça e aplicação" das leis "contra qualquer pessoa que ataque inocentes, derrame seu sangue e viole seu direito à vida e à segurança". "Ao mesmo tempo, adverte quem quer que se atreva a cometer tal crime que a punição legal será seu destino", informou a agência de notícias SPA.
A Anistia Internacional denunciou a execução, enfatizando que al-Derazi tinha menos de 18 anos na época de seus supostos crimes e foi condenado em um "julgamento injusto". "Estamos testemunhando o maior número de execuções que registramos desde que começamos a manter registros em 1990", disse a ONG.
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