Publicado 06/08/2026 13:23

A ANECPLA pede que não se acumule água parada para prevenir a picada do mosquito transmissor do vírus do Nilo Ocidental

A ANECPLA pede que não se acumule água parada para prevenir a picada do mosquito transmissor do vírus do Nilo Ocidental
ANECPLA

MADRID 6 ago. (EUROPA PRESS) -

O diretor-geral da Associação Nacional de Empresas de Saúde Ambiental (ANECPLA), Manuel García Howlett, destacou que “a melhor ferramenta” contra a infecção causada pela picada do mosquito transmissor do vírus do Nilo Ocidental “continua sendo a prevenção”, por isso, defende, entre outras medidas, que não se acumule água parada em determinadas áreas das residências.

“O vírus do Nilo Ocidental nos lembra que a melhor estratégia contra as doenças transmitidas por vetores não consiste apenas em agir quando surgem os primeiros casos, mas em manter uma vigilância permanente e reduzir ao máximo as populações de mosquitos antes que elas possam se tornar um problema de saúde pública”, explicou ele após o recente falecimento de uma pessoa na Andaluzia devido a essa doença viral.

Dessa forma, recomenda-se não deixar água parada em garagens, porões, cisternas, espaços sob lajes, jardins, pátios, terraços e terrenos. Além disso, piscinas, bacias, tambores, fontes, calhas, baldes, vasos de plantas ou pratos podem se tornar locais de reprodução de mosquitos.

Além disso, recomenda-se renovar frequentemente a água de bebedouros para animais, fontes ornamentais e outros recipientes localizados ao ar livre; bem como instalar telas contra mosquitos em janelas e portas, especialmente se você mora perto de rios, pântanos, arrozais ou áreas com vegetação abundante.

Utilize repelentes autorizados, seguindo sempre as instruções de uso e prestando atenção especial a crianças, idosos e grupos vulneráveis; usar roupas de manga comprida e calças compridas, de preferência em cores claras, durante os horários de maior atividade dos mosquitos; e evitar permanecer ao ar livre ao entardecer, durante toda a noite e ao amanhecer, sempre que possível, são outras medidas propostas.

Por fim, é recomendável manter piscinas, lagoas e sistemas de irrigação em boas condições; facilitar as ações de vigilância e controle realizadas pelas autoridades públicas e pelas empresas especializadas; comunicar à prefeitura a existência de focos importantes de proliferação de mosquitos; e sempre recorrer a empresas especializadas em Saúde Ambiental.

RESPONSABILIDADE COMPARTILHADA NA PREVENÇÃO

“A prevenção do vírus do Nilo Ocidental é uma responsabilidade compartilhada”, afirmou García Howlett, acrescentando que “o envolvimento da população, aliado ao trabalho coordenado das autoridades e dos profissionais de Saúde Ambiental, constitui a melhor garantia para proteger a saúde pública”. Por isso, e porque se trata de uma doença cuja presença se tornou uma realidade sazonal em determinadas regiões da Espanha, ele insistiu na prevenção.

No entanto, ela lembrou que, no caso do vírus do Nilo Ocidental — que é transmitido principalmente pela picada de mosquitos do gênero Culex —, a maioria das infecções se apresenta de forma assintomática ou com sintomas leves. Assim, é “em uma pequena porcentagem dos casos” que “podem surgir complicações neurológicas graves, especialmente em pessoas idosas ou com doenças pré-existentes”, concluiu.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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