Publicado 20/02/2026 10:52

Sete turistas chineses morrem após naufrágio de veículo que tentava atravessar o gelo no lago Baikal

VLADIVOSTOK, 28 de janeiro de 2026 — Esta foto tirada em 28 de janeiro de 2026 mostra um carro capotado na superfície congelada do Lago Baikal, na Rússia. Um turista chinês morreu depois que um carro que transportava turistas capotou na superfície congela
Europa Press/Contacto/Xinhua

MADRID 20 fev. (EUROPA PRESS) - Pelo menos sete turistas de nacionalidade chinesa morreram nesta sexta-feira após um veículo afundar no lago Baikal, depois que o peso do carro quebrou a camada de gelo na área, conforme confirmado pelas autoridades russas, que indicaram que essas pessoas são consideradas mortas.

O Ministério de Situações de Emergência indicou em um comunicado publicado nas redes sociais que os corpos dessas sete pessoas, que anteriormente haviam sido dadas como desaparecidas, foram localizados por uma câmera subaquática, antes de acrescentar que os mergulhadores entrarão para recuperá-los.

A Procuradoria de Irkutsk havia confirmado horas antes a abertura de uma investigação sobre o ocorrido, antes de acrescentar que havia oito pessoas no veículo e que ele afundou perto do cabo Joboy, na ilha de Oljon.

“Um dos passageiros foi resgatado e o paradeiro dos demais, bem como as circunstâncias, causas e motivos do incidente estão sendo investigados”, disse, antes de destacar que será analisado se houve algum tipo de violação das normas de trânsito e segurança na área.

Nesse sentido, o governador da província, Igor Kobzev, falou de “uma tragédia no lago Baikal” depois que “um veículo que transportava turistas estrangeiros afundou após quebrar o gelo perto do cabo Joboy”.

Kobzev enfatizou que o Consulado da China em Irkutsk foi notificado — sem que Pequim se pronunciasse sobre o assunto —, ao mesmo tempo em que lembrou que “a travessia pelo gelo na ilha de Oljon não foi aberta”. “Dirigir sobre o gelo é perigoso e totalmente proibido”, acrescentou.

Por sua vez, a Associação de Operadores Turísticos da Rússia (ATOR) indicou que os turistas não tinham contratado uma excursão, mas “acordaram a viagem com um residente local”, segundo informou a agência de notícias russa Interfax. “A rota não foi coordenada com os operadores turísticos ou os serviços de resgate”, afirmou.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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