Europa Press/Contacto/Jia Haocheng
MADRID 30 jul. (EUROPA PRESS) -
Pelo menos 34 pessoas morreram devido ao terremoto de magnitude 7,1 na escala aberta de Richter que abalou, na madrugada desta terça-feira, a ilha japonesa de Kyushu, segundo informaram nesta quinta-feira as autoridades da prefeitura de Kumamoto, a região mais afetada do país.
Além disso, estima-se que o número de feridos tenha chegado a 86, dos quais 22 apresentam ferimentos leves, 39 apresentam ferimentos de gravidade moderada e cinco encontram-se em estado grave, segundo informações da emissora de televisão NHK.
Anteriormente, a primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, havia estimado em 30 o número de mortos até o momento, enquanto se aguarda a conclusão das investigações sobre as causas exatas dessas mortes.
Algumas das vítimas fatais estavam no shopping center Aeon, na cidade de Kashima, que desabou e sofreu uma explosão logo após o terremoto. Agora, as autoridades locais confirmaram que doze pessoas foram resgatadas com vida dos escombros do prédio.
Por outro lado, cerca de dez pessoas foram resgatadas em uma fábrica de papel na cidade de Yatsushiro, onde várias chaminés de exaustão sofreram graves danos. No total, oito pessoas morreram devido a esse incidente.
De acordo com informações coletadas pela agência de notícias Kyodo, até o momento mais de 10.000 pessoas permanecem em centros de evacuação, o que levou a primeira-ministra a demonstrar seu compromisso com o processo de concessão de indenizações às vítimas e aos afetados.
Em relação à ajuda mais básica, Takaichi explicou que seu governo pratica a chamada “ajuda proativa”, ou seja, o envio de assistência à região de forma preventiva e antes mesmo que as comunidades afetadas a tenham solicitado.
Mais especificamente, conforme detalhou, o governo japonês está se concentrando no envio de alimentos, água, papel higiênico e veículos elétricos para as localidades atingidas pelo terremoto.
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