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MADRID 30 jul. (EUROPA PRESS) -
A Sociedade Espanhola de Imunologia Clínica, Alergologia e Asma Pediátrica (SEICAP) alerta para o aumento do risco de reações alérgicas durante os meses de verão devido a mudanças no ambiente, alimentos ou contato com outras pessoas.
Assim, ressalta que, nessa época do ano, o descuido com a medicação ou a ingestão acidental são mais comuns no caso de crianças com alergia alimentar. "O verão traz consigo uma série de riscos para a pele das crianças, especialmente para aquelas que sofrem de dermatite atópica ou urticária crônica", acrescenta a Sociedade.
Para evitar lesões cutâneas causadas pelo sol, suor e cloro, os alergistas pediátricos recomendam a adoção de medidas preventivas específicas, como manter a pele das crianças bem hidratada para reforçar a barreira cutânea e protegê-la dos irritantes.
Além disso, o aumento do tempo que as crianças passam ao ar livre, como nas praias, no campo ou na piscina, pode aumentar o risco de reações a picadas de águas-vivas e himenópteros, ou seja, vespas ou abelhas. Por todos esses motivos, o SEICAP aconselha a tomar precauções extremas durante o verão.
Nesse ponto, a Sociedade enfatiza que é essencial levar sempre a medicação de resgate indicada pelo alergista pediátrico, para ser usada em caso de reações generalizadas e para garantir que as crianças desfrutem de férias divertidas, mas seguras.
"Nesta época do ano, deve-se tomar cuidado especial com o armazenamento dos autoinjetores de adrenalina. Embora não precisem ser refrigerados, eles devem ser mantidos abaixo de 25°C e longe da luz direta e do calor extremo. Antes de usar, é importante verificar se a solução está límpida e incolor. Se for observada uma solução rosa, marrom, turva ou com partículas, uma nova unidade deve ser substituída", explicam os pediatras.
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