Publicado 18/09/2025 07:32

A AESEG pede que a nova lei de medicamentos proteja os genéricos e garanta segurança para o setor

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MAURICIO SKRYCKY

MADRID 18 set. (EUROPA PRESS) -

A Associação Espanhola de Medicamentos Genéricos (AESEG) argumentou que a futura lei sobre medicamentos e produtos de saúde, atualmente em revisão após receber alegações do setor, deve proteger os medicamentos genéricos, garantir uma estrutura regulatória estável e oferecer uma visão de longo prazo que gere confiança e incentive o investimento.

Com uma mensagem focada na proteção do setor, no valor dos medicamentos genéricos e na necessidade de articular a lei de forma prática, a secretária-geral da AESEG, Elena Casaus, participou da mesa redonda "Lei de Medicamentos: Impacto nos Negócios", realizada como parte do Farmaforum 2025.

Casaus destacou que o medicamento genérico é o "dinamizador" dos preços do mercado de medicamentos e uma "alavanca essencial" que libera recursos econômicos do sistema de saúde para garantir sua sustentabilidade e melhorar o acesso do paciente ao tratamento. "É necessário proteger o setor de genéricos e trabalhar com uma visão de longo prazo que leve em conta o valor que ele traz para a sociedade. Sem os genéricos, o sistema não será sustentável", disse o secretário-geral da AESEG.

No debate, que contou com representantes da Cinfa e da Kern Pharma, os palestrantes concordaram que a futura lei deve garantir uma estrutura regulatória estável com regras claras; avaliar o impacto da legislação antes de sua implementação; fortalecer o tecido produtivo nacional; e reconhecer os medicamentos como um ativo estratégico para a saúde.

Finalmente, a AESEG reitera sua vontade de colaborar com a Administração para que o novo marco regulatório "fortaleça a competitividade da indústria farmacêutica na Espanha, impulsione a produção nacional e garanta o acesso contínuo e equitativo dos pacientes ao tratamento".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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