MADRID 11 mar. (EUROPA PRESS) - A secretária-geral da Associação Espanhola de Medicamentos Genéricos (AESEG), Elena Casaus, destacou que “a fabricação de medicamentos genéricos na Espanha representa uma contribuição sanitária, social e industrial”.
“Esses medicamentos permitem tratar mais pacientes, geram empregos qualificados e contribuem para que o sistema de saúde disponha de tratamentos essenciais de forma contínua”, afirmou após sua visita à fábrica e ao centro logístico da Teva em Zaragoza.
De acordo com os últimos dados setoriais disponíveis, sete em cada dez medicamentos genéricos consumidos no nosso país são fabricados em território nacional, o que coloca a Espanha entre os principais centros de fabricação desses medicamentos na Europa. A indústria de medicamentos genéricos gera mais de 40.000 empregos diretos e indiretos e mantém uma atividade de investimento contínua em processos produtivos, tecnologia e desenvolvimento. Além disso, está presente em seis comunidades autónomas espanholas, o que contribui para uma maior distribuição territorial da atividade industrial e do emprego. Esta capacidade industrial adquire especial relevância num momento em que a Europa impulsiona políticas orientadas para reforçar a disponibilidade de medicamentos considerados críticos. Nesse âmbito, os medicamentos genéricos têm um papel de destaque ao fornecer alternativas terapêuticas eficazes e contribuir para a segurança do fornecimento de tratamentos no sistema de saúde. Concretamente, lembram que “90% dos medicamentos incluídos na lista de medicamentos críticos da Agência Europeia de Medicamentos (EMA) são genéricos”.
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