Publicado 24/02/2026 09:49

A AEPap defende a parceria entre enfermagem e pediatria para obter melhores resultados na saúde infantil.

Archivo - Arquivo - Criança olhando uma moeda.
DARIOGAONA/ ISTOCK - Arquivo

MADRID 24 fev. (EUROPA PRESS) -

A Associação Espanhola de Pediatria de Cuidados Primários (AEPap) defendeu a parceria entre enfermagem e pediatria para obter melhores resultados na saúde infantil, o que destacou “diante de informações divulgadas que indicam que o pessoal de enfermagem familiar e comunitária é suficiente para realizar o Programa de Saúde Infantil”.

Na opinião do Grupo de Prevenção na Infância e Adolescência (PrevInfad) desta sociedade científica, o modelo de atendimento compartilhado é o mais eficaz em termos de resultados clínicos, qualidade do atendimento e satisfação familiar. Além disso, dentro do curso de Enfermagem, o profissional mais bem formado para o acompanhamento da população infantil é o enfermeiro pediátrico.

Este é o profissional que recebeu formação específica para o atendimento de crianças e adolescentes, continuou a AEPap, acrescentando que o objetivo fundamental do Programa de Saúde Infantil é a promoção da saúde na infância e adolescência, e a prevenção e rastreio de doenças, com deteção precoce de fatores de risco.

“A assistência pediátrica na Atenção Primária se beneficia especialmente da participação de profissionais com formação específica, como a enfermeira especialista em Pediatria e o médico especialista em Pediatria e suas áreas específicas, cujas competências contribuem para a abordagem integral do crescimento, desenvolvimento e saúde infantil dentro do trabalho coordenado da equipe”, afirmou a coordenadora da Previnfad, Dra. Olga Cortés.

MARCO COORDENADO DE EQUIPE Segundo Cortés, isso não prejudica “o papel relevante que desempenha a Enfermagem Familiar e Comunitária na abordagem integral da saúde do adulto na Atenção Primária e no âmbito comunitário”. “As evidências científicas e a experiência assistencial indicam que os melhores resultados em saúde infantil são alcançados por meio de modelos colaborativos de atendimento compartilhado, nos quais a Pediatria e a Enfermagem desenvolvem suas competências próprias dentro de um marco coordenado de equipe”, insistiu.

“A organização concreta de tarefas e responsabilidades deve adaptar-se aos recursos disponíveis e à realidade de cada ambiente de assistência, sempre com o objetivo comum de garantir a qualidade da assistência, a segurança clínica e a satisfação das famílias”, continuou a coordenadora da Previnfad.

Nesse contexto, e no que diz respeito a conselhos de saúde e promoção de estilos de vida saudáveis, o pessoal de Enfermagem é o mais qualificado para realizá-los, sendo as atividades de triagem e detecção precoce de patologias a função do pediatra de Atenção Primária.

O modelo de atendimento compartilhado, dependendo da organização e dos recursos disponíveis em cada ambiente de assistência, permite adaptar as tarefas aos diferentes profissionais, continuou a AEPap, acrescentando que este é o quadro mais adequado para promover um atendimento integral, coordenado e orientado para melhorar os resultados em saúde.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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