DTURPHOTO/ ISTOCK - Arquivo
MADRID, 24 jun. (EUROPA PRESS) -
A Associação Espanhola de Pediatria (AEP) e a Sociedade Espanhola de Gastroenterologia, Hepatologia e Nutrição Pediátrica (SEGHNP) aderiram a uma nova campanha da Sociedade Europeia de Gastroenterologia, Hepatologia e Nutrição Pediátrica (ESPGHAN, na sigla em inglês), que busca “esclarecer as principais dúvidas sobre a alimentação infantil”.
Conforme explicam ambas as organizações, “a alimentação durante os primeiros 1.000 dias de vida, e especialmente durante o primeiro ano, constitui um dos pilares fundamentais para a promoção da saúde e a prevenção de doenças em crianças, adolescentes, adultos e idosos”, razão pela qual esta iniciativa tem como objetivo “ajudar as famílias a enfrentar essa fase com informações rigorosas e baseadas em evidências científicas”.
“Após o período de amamentação, a introdução gradual de alimentos diversos representa uma etapa fundamental para estabelecer as bases de uma relação saudável com a alimentação e contribuir para prevenir problemas de saúde atuais e futuros”, explicou a esse respeito a coordenadora do Comitê de Nutrição e Amamentação da AEP, a doutora Rosaura Leis.
Nesse contexto, os especialistas indicaram que, na alimentação complementar, “entre as dúvidas mais frequentes estão: quando começar a oferecer novos alimentos, se existe uma ordem recomendada para introduzi-los, como incorporar de forma segura alimentos potencialmente alergênicos ou como adaptar a alimentação às necessidades e características de cada criança”.
“Também são comuns as consultas relacionadas à progressão das texturas, ao aporte adequado de ferro durante os primeiros anos de vida, às bebidas recomendadas ou ao papel que as dietas vegetarianas e veganas podem desempenhar na alimentação infantil”, continuaram, em seguida, explicaram que, com o objetivo de responder a essas questões, essa iniciativa “coloca à disposição de pediatras e profissionais de enfermagem pediátrica um amplo conjunto de ferramentas práticas baseadas nas evidências científicas mais atualizadas”.
MATERIAIS ELABORADOS POR ESPECIALISTAS
Dessa forma, destacaram que “todos os materiais foram elaborados em conjunto por especialistas em nutrição pediátrica, nutricionistas, alergistas pediátricos e diversos grupos de trabalho da ESPGHAN”. Isso foi realizado “com o apoio das sociedades pediátricas nacionais de toda a Europa, entre elas a AEP e a SEGHNP, que contribuíram para adaptar os conteúdos aos diferentes contextos nacionais”, afirmaram.
“O consultório pediátrico é o local onde as famílias buscam orientação e esclarecem muitas de suas dúvidas sobre alimentação”, afirmou Leis, que destacou que, por isso, “dispor de ferramentas práticas, rigorosas e adaptadas” permite “reforçar o aconselhamento nutricional e acompanhar pais e cuidadores em uma etapa especialmente importante para a saúde de seus filhos”.
Por fim, essas organizações destacaram que os materiais mencionados “incluem documentos com recomendações para profissionais de saúde, guias rápidos de consulta, recursos de formação, infográficos e materiais visuais voltados para as famílias”. Além disso, informaram que são oferecidos “recursos específicos para facilitar a comunicação entre os profissionais de saúde e as famílias, com o objetivo de promover mensagens coerentes e homogêneas sobre alimentação complementar em toda a Europa, adaptadas às características e necessidades de cada contexto nacional”.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático