Publicado 29/04/2026 05:38

A AEMPS e a CGCOF lançam um sistema para monitorar a disponibilidade de medicamentos essenciais em situações de crise, o que coloca

A AEMPS e a CGCOF lançam um sistema para monitorar a disponibilidade de medicamentos essenciais em situações de crise, o que coloca a Espanha “na vanguarda”
CGCOF

MADRID 29 abr. (EUROPA PRESS) -

O presidente do Conselho Geral das Ordens Oficiais de Farmacêuticos (CGCOF), Jesús Aguilar, apresentou o “NotificaMES”, sistema implementado em conjunto com a Agência Espanhola de Medicamentos e Produtos Sanitários (AEMPS) para verificar a disponibilidade de medicamentos essenciais, o que coloca a Espanha na “vanguarda” em termos de digitalização e cumprimento da exigência europeia de informação sobre esses medicamentos em situações de crise.

“Não se trata de informações sobre uma mera lista de medicamentos, mas de poder saber com agilidade a existência de medicamentos considerados essenciais em caso de catástrofes, emergências ou uma situação que exija coordenação em escala europeia”, afirmou em relação a esta iniciativa para adaptar o país ao Regulamento (UE) 2022/123, que reforça o papel da Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês) na prevenção e gestão de crises sanitárias.

Conforme indicado por Aguilar, ambos os organismos vêm trabalhando “lado a lado” desde dezembro de 2024 para que a Espanha possa estar preparada tecnologicamente e funcionalmente para implementar essa ferramenta. De fato, após um projeto-piloto realizado nas farmácias de Jaén e Zaragoza, a ferramenta estará plenamente operacional em junho em todo o território nacional.

Mais especificamente, e conforme explicou o vice-presidente do CGCOF, Juan Pedro Rísquez, quando ocorre uma situação de emergência ou problemas de abastecimento em mais de um Estado-membro da União Europeia (UE), a EMA define uma lista de medicamentos críticos para a UE, após o que a AEMPS “informa a organização farmacêutica sobre os mesmos e o ‘NotificaMES’ solicita essa informação a todas as farmácias”.

Assim, a farmácia comunitária “recebe a solicitação” e envia a informação ao sistema, que, por sua vez, a encaminha à Agência “com informações agrupadas por comunidade autônoma”, indicou ele, ao mesmo tempo em que ressaltou que isso, por ser feito de forma “automatizada”, não repercute “negativamente na assistência aos 2,3 milhões de cidadãos que são atendidos diariamente na farmácia” nem na carga de trabalho do profissional.

(HAVERÁ COMPLEMENTO)

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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