Publicado 01/10/2025 07:37

Adriana Carvajal, ex-Google e ex-LinkedIn: "90% dos currículos que não passam na entrevista cometem esses três erros".

Ex-recrutador do Google e do Linkedin: "90% dos currículos que não passam na entrevista cometem um desses três erros".
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MADRID 1 out. (EUROPA PRESS) -

Encontrar um emprego em uma grande empresa não é uma tarefa fácil e, em muitos casos, o primeiro obstáculo aparece antes mesmo da entrevista: o currículo. Adriana Carvajal, que trabalhou no Google e no LinkedIn e agora aconselha profissionais a impulsionar suas carreiras, explicou que a maioria dos candidatos falha nesse primeiro filtro por causa de erros que poderiam ser evitados com um pouco de atenção.

Em um vídeo compartilhado em suas redes sociais, Carvajal disse que 90% dos currículos que não passam pelo processo de triagem cometem um dos três erros recorrentes. E, embora pareçam simples, são eles que fazem a diferença entre ser deixado de fora de um processo ou conseguir a entrevista desejada.

Em sua experiência, tanto em grandes empresas de tecnologia quanto em sua própria empresa, esses são os erros mais comuns e o que você deve fazer para evitá-los.

ERRO 3: NÃO ADEQUAR O CURRÍCULO À VAGA

O primeiro erro apontado por Carvajal é enviar o mesmo currículo para qualquer cargo. Como ele explicou, o recrutador deve ter imediatamente a sensação de que o documento foi preparado para aquela vaga específica. "Se estou contratando para vendas, preciso ler um currículo que fale a minha língua. Se não o fizer, alguém que o tenha adaptado passará por cima de você", alertou.

ERRO 2: USAR DESCRIÇÕES GENÉRICAS

Esse problema é agravado por outro comum: escrever a experiência profissional em frases muito vagas. Palavras como "apoio a processos" ou "participação em campanhas" não explicam nada de concreto. Carvajal nos lembra que o recrutador não sabe o que significa o seu trabalho diário e precisa entender claramente o que você fez, em que área e com que responsabilidade.

ERRO 1: NÃO QUANTIFICAR AS REALIZAÇÕES

O erro mais crucial, de acordo com Carvajal, é não colocar números. "O melhor indicador de seu desempenho futuro é seu desempenho passado", explicou. Por esse motivo, ele recomenda detalhar seu impacto com dados concretos: quantos clientes você conseguiu, quanto as vendas aumentaram, quais resultados você alcançou. Assim, fica mais fácil para o entrevistador avaliar seu potencial real.

O ex-Google e ex-LinkedIn insiste que esses três erros são fáceis de corrigir se você mudar sua perspectiva. O segredo é se colocar no lugar da pessoa que está lendo seu currículo e facilitar ao máximo a compreensão do valor que você agrega. Em outras palavras, não diga apenas onde trabalhou, mas qual foi o impacto que causou.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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