JENIFOTO/ ISTOCK - Arquivo
MADRID 13 maio (EUROPA PRESS) -
Um grupo de pesquisadores do GENUD (Instituto de Pesquisa em Saúde de Aragão/Universidade de Zaragoza) demonstrou que uma maior adesão à dieta mediterrânea em crianças entre três e seis anos de idade pode ajudar a prevenir o sobrepeso infantil.
O estudo, publicado na revista "Pediatric Obesity", conclui que as crianças que seguem esse padrão alimentar têm uma composição corporal mais saudável, com um Índice de Massa Corporal (IMC) mais baixo, menos massa gorda total e menos circunferência da cintura, uma medida relacionada à gordura abdominal; esse efeito foi observado de forma mais consistente em meninas.
"O estudo fornece novas evidências científicas sobre os benefícios da dieta mediterrânea desde os primeiros anos de vida", explicou a equipe de pesquisa, que enfatizou a importância de estabelecer hábitos alimentares saudáveis em estágios-chave do desenvolvimento, como nessas idades.
Nesse sentido, os cientistas apontaram que a dieta mediterrânea serve como uma estratégia "eficaz" para promover uma composição corporal saudável e prevenir problemas de saúde relacionados ao excesso de peso desde cedo.
A pesquisa foi conduzida pela pesquisadora Alicia Larruy-García, supervisionada por Pilar De Miguel-Etayo, María Luisa Miguel e Luis Moreno, pesquisador principal do grupo GENUD, todos pertencentes ao CIBEROBN, à Universidade de Zaragoza e ao Instituto de Pesquisa em Saúde de Aragão.
O estudo também contou com a colaboração de vários grupos do CIBEROBN, como a Universidade Rovira i Virgili e o Instituto de Pesquisa Pere Virgili (URV-IISPV), o Instituto Maimonides de Pesquisa Biomédica de Córdoba (IMIBIC), o Instituto de Pesquisa em Saúde de Santiago de Compostela (IDIS), a Universidade de Valência, o Instituto IdisNA de Pesquisa em Saúde e o Instituto de Pesquisa Médica do Hospital del Mar (IMIM) de Barcelona.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático