Publicado 07/07/2026 10:56

75% dos espanhóis usam dispositivos inteligentes em casa, mas metade deles os considera apenas um complemento

Recursos de dispositivos conectados para a casa
UNSPLASH/CC/JAKUB ŻERDZICKI

MADRID 7 jul. (Portaltic/EP) -

75% dos espanhóis utilizam pelo menos um dispositivo inteligente para a casa com o objetivo de aumentar o conforto no lar e, embora a maioria reconheça que isso facilita a vida, cerca de metade não o vê como um produto essencial, mas sim como um complemento útil.

Os dispositivos multimídia, como televisores e aparelhos de música inteligentes (65%), são populares entre os usuários espanhóis, seguidos por assistentes de voz como Alexa ou Google Home (50%) e dispositivos de limpeza, como robôs aspiradores (38%).

O principal motivo para comprar um desses produtos é a relação custo-benefício (52%), embora também seja o desejo de ter mais conforto em casa, conforme referem 47% dos entrevistados em um estudo da distribuidora online “reichelt elektronik”, e até mesmo sete em cada dez espanhóis afirmam que essas soluções facilitam suas vidas.

Também são citados os padrões de segurança e proteção de dados (39%) e a compatibilidade com os dispositivos já existentes (36%). No que diz respeito às funções, destacam-se práticas como o acesso remoto aos dispositivos ou a automação de processos (36%), bem como o entusiasmo pela tecnologia e pelas novas possibilidades que ela oferece (29%) e a necessidade de otimizar o consumo de energia (28%).

Com relação a este último ponto, o relatório da reichelt elektronik aponta que a maioria dos entrevistados (61%) afirma ter economizado dinheiro em aquecimento ou eletricidade e cita, entre as vantagens, o aumento da eficiência no dia a dia (40%) e a sustentabilidade (23%).

Apesar disso, 48% dos espanhóis não consideram os dispositivos inteligentes um produto essencial, mas sim um extra útil. E até mesmo metade afirma não querer se tornar excessivamente dependente deles.

No que diz respeito às desvantagens, os entrevistados citam os preços altos (34%), a dependência da conexão à internet e do fornecimento de energia elétrica (33%), erros ou falhas que os dispositivos podem apresentar (23%) e a preocupação com a privacidade dos dados (23%).

Para conectá-los, o padrão mais utilizado é o Wi-Fi (86%), seguido pela tecnologia Bluetooth (77%). Por outro lado, os espanhóis desconhecem a existência de protocolos como o Matter (64%), um padrão aberto projetado para garantir a interoperabilidade dos dispositivos conectados da casa inteligente, o Zigbee (67%) e o Z-Wave (63%). E isso apesar de

Além disso, 80% dos entrevistados atribuem grande importância às políticas transparentes de proteção de dados por parte dos fabricantes e 78% tanto às atualizações periódicas de segurança quanto à possibilidade de utilizar os dispositivos sem conexão (78%).

A transmissão criptografada de dados entre os dispositivos e os servidores (75%), o processamento local de dados sem armazenamento na nuvem (70%) e as certificações de organizações de segurança independentes (73%) também são importantes para a maioria dos espanhóis.

Nesse sentido, as preocupações com a segurança impedem muitos consumidores de comprar mais produtos inteligentes: 35% temem que seu dispositivo possa ser “hackeado” ou acessado sem autorização, enquanto 34% se preocupam com o roubo ou o uso indevido de dados pessoais.

Além disso, 33% temem falhas no sistema que impliquem riscos à segurança e 31% se sentem inseguros quanto à forma como seus dados são utilizados ou compartilhados.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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