Publicado 17/02/2026 07:41

35% dos espanhóis não toma nenhuma medida diante dos alertas de segurança cibernética

Archivo - Arquivo - Ilustração de um alerta de segurança cibernética.
RAWPIXEL.COM VÍA FREEPIK. - Arquivo

MADRID 17 fev. (Portaltic/EP) - Um em cada três espanhóis, concretamente 35%, afirma que não toma nenhuma medida diante dos alertas relacionados à segurança cibernética, de acordo com um estudo da TransUnion. A empresa analisou em seu relatório trimestral “Consumer Pulse” as atitudes e comportamentos dos consumidores espanhóis em diversos âmbitos. No que diz respeito à cibersegurança, a TransUnion alertou para o número de espanhóis que ignoram os alertas sobre ameaças, que chega a 49% entre os cidadãos com mais de 61 anos.

Entre as principais causas da inação diante desses alertas estão a saturação informativa, como afirma 20% dos entrevistados, ou, em maior grau, o desconhecimento, motivo alegado por 52% dos cidadãos.

De acordo com os dados do estudo, 71% dos entrevistados afirmam não ter consciência de terem sido alvo de fraude digital nos últimos três meses, seja por SMS, e-mail ou chamadas. A TransUnion destacou que essa falta de percepção aumenta entre a Geração X (77%) e os Baby Boomers (76%). No entanto, a Geração Z é a mais exposta a esse tipo de ameaça, já que 44% reconhecem ter sido atacados nesse período.

Entre os métodos mais utilizados estão o “smishing” (mensagens de texto fraudulentas para obter dados), com 33%; “vishing” (chamadas telefônicas fraudulentas), com 31%; e fraudes de terceiros em sites legítimos de comércio eletrônico, com 19%.

Os padrões de fraude que mais aumentaram em relação ao estudo anterior, realizado em meados de 2025, foram registrados no roubo de contas, roubo de identidade, fraudes por meio de “mulas” (transferência de dinheiro obtido ilegalmente em nome de outra pessoa) e fraudes relacionadas a benefícios de desemprego.

Diante dessa série de ameaças e fraudes, 46% dos espanhóis entrevistados afirmam ter alterado sua senha nos últimos 60 dias, e 16% afirmam ter modificado as opções de login por outras que não exigem senha ou por aplicativos de autenticação.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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