Publicado 20/05/2026 02:58

175 combatentes do Estado Islâmico morrem em ataques conjuntos dos EUA e da Nigéria no país africano

Archivo - Arquivo - 9 de junho de 2024, São Petersburgo, Rússia: A bandeira da República Federal da Nigéria vista na galeria de bandeiras dos países participantes no âmbito do Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo de 2024
Europa Press/Contacto/Maksim Konstantinov

CIDADE DO CABO 20 maio (DPA/EP) -

As Forças Armadas da Nigéria informaram nesta terça-feira a morte de 175 combatentes do grupo terrorista Estado Islâmico em uma operação realizada em conjunto com o Exército dos Estados Unidos.

Como resultado dos ataques aéreos conjuntos, que começaram há alguns dias, ambos os exércitos destruíram postos de controle, depósitos de armas, centros logísticos, equipamentos militares e redes financeiras da organização jihadista.

Os presidentes dos Estados Unidos e da Nigéria, Donald Trump e Bola Tinubu, anunciaram no último sábado a morte de Abu Bilal al Mainuki, também conhecido como “Abu Mainok”, descrito como o “número dois mundial” do Estado Islâmico, em uma operação conjunta em um complexo do grupo na bacia do Lago Chade.

Al Mainuki figura desde 2023 na lista internacional de terroristas sancionados pelos Estados Unidos como Abu Bakr ibn Muhammad ibn Al Mainuki (nascido na cidade de Mainok, no estado nigeriano de Borno, em 1982) e era considerado “um alto líder” da Al Furqan, uma das principais redes financeiras da organização jihadista na região do Sahel.

Al Furqan era responsável por “redistribuir” metade dos fundos gerados pelo Estado Islâmico – Província da África Ocidental (ISWAP, na sigla em inglês) para as províncias menores sob sua tutela no Mali, Burkina Faso, Níger e Chade.

Ambos os exércitos já realizaram ataques conjuntos contra alvos do Estado Islâmico no noroeste da Nigéria em dezembro do ano passado, o que o inquilino da Casa Branca apontou em resposta ao suposto assassinato de cristãos pelo grupo terrorista, enquanto o líder nigeriano descartou esse argumento.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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