Vatican Media/IPA via ZUMA Press / DPA - Arquivo
MADRID 12 ago. (EUROPA PRESS) -
O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, saudou a mensagem enviada na terça-feira pelos líderes de todos os países da União Europeia, exceto a Hungria, porque representa um "apoio claro" à "independência" e à "integridade territorial" ucranianas, poucos dias antes da reunião entre Donald Trump e Vladimir Putin no Alasca.
Nesse sentido, ele ressaltou que "todos" apoiam a "determinação" do líder norte-americano, mas insistiu na necessidade de estabelecer posições com antecedência "para não permitir que a Rússia engane o mundo mais uma vez".
Zelenski, que ficou de fora da reunião de sexta-feira, intensificou seus contatos nos últimos dias, entre outras coisas para advertir que não percebe nenhum sinal no terreno de que a Rússia esteja "se preparando" para um cessar-fogo.
"Pelo contrário, eles estão fazendo movimentos que indicam preparativos para novas operações ofensivas. Nessas circunstâncias, é importante que a unidade do mundo não seja ameaçada", disse ele em uma mensagem publicada nas redes sociais e na qual compartilhou a nota do Conselho Europeu.
Zelenski ressaltou que "se a Rússia se recusar a parar com os assassinatos, ela deve ser responsabilizada", o que, em sua opinião, significa manter a "pressão" tanto militarmente quanto por meio de sanções. "Paz através da força", como disse o presidente ucraniano.
Os governos de 26 dos 27 estados-membros da UE assinaram uma mensagem endossando a iniciativa de paz de Trump, mas, assim como Zelenski, alertando que são os ucranianos que têm "o direito de escolher seu próprio destino" e pedindo sanções contra a Rússia.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático