Publicado 08/08/2026 09:42

Zelenski reclama que o fornecimento mensal de mísseis Patriot pelos EUA não é suficiente

8 de agosto de 2026, Ucrânia, Ucrânia, Ucrânia: O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky entrega condecorações de Estado a membros das Forças de Comunicações e Cibersegurança das Forças Armadas da Ucrânia em Kiev, Ucrânia, em 8 de agosto de 2026, em reco
Europa Press/Contacto/PRESIDENT OF UKRAINE

MADRID 8 ago. (EUROPA PRESS) -

O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, protestou novamente neste sábado contra a escassez de mísseis Patriot que seus aliados estão fornecendo para repelir os ataques aéreos das Forças Armadas da Rússia, mesmo apesar do acordo recentemente firmado com os Estados Unidos, no mesmo dia em que foram registrados novos e mortais ataques contra Kiev.

Zelenski destacou que estão trabalhando com os fabricantes desses mísseis, que são principalmente americanos, já que Washington já deu sinal verde para permitir sua produção na Ucrânia. “Eles vão nos fornecer mísseis todo mês? Sim. Temos acordos. Esses mísseis são suficientes? Não”, lamentou.

Há alguns dias, no contexto desses novos ataques em grande escala contra Kiev, Zelenski afirmou que a Ucrânia está recebendo um terço a menos de mísseis antibalísticos em comparação com os envios do ano anterior. Uma questão que ele voltou a destacar neste sábado, durante sua visita a Belgrado, onde se reuniu com o presidente sérvio, Aleksandar Vucic, aliado do líder russo, Vladimir Putin.

Zelenski evitou fornecer números concretos, argumentando que isso poderia ajudar a Rússia no campo de batalha, e limitou-se a ressaltar que “em 2026 havia menos mísseis desse tipo” e “em 2025 havia mais”, segundo a agência Ukfrinform.

Zelenski vem repetindo esse tipo de crítica constantemente nas últimas semanas, à medida que o Exército russo intensificou seus ataques e o inverno se aproxima, quando o Kremlin, assim como fez anos atrás, terá como alvo principal as instalações energéticas do país.

Um problema que ele já havia levado ao secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, em seu último encontro há alguns meses, no qual destacou que não é a falta de dinheiro que explica isso, mas sim a guerra do Irã, que é a principal razão para que menos mísseis estejam chegando aos arsenais nucleares.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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