Publicado 01/07/2025 11:36

Zelenski pede que a Dinamarca faça progressos na adesão e exerça mais pressão sobre a Rússia durante a presidência da UE

24 de junho de 2025, Holanda, Haia: O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky chega ao jantar social oferecido pelo rei Willem-Alexander e pela rainha Máxima dos Países Baixos no Palácio Real "Huis ten Bosch" durante a Organização do Tratado do Atlântico
Ansgar Haase/dpa

MADRID 1 jul. (EUROPA PRESS) -

O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, está confiante de que, durante os seis meses da presidência dinamarquesa do Conselho da União Europeia, o bloco comunitário "manterá a pressão" sobre a Rússia, ao mesmo tempo em que defendeu a continuidade dos avanços no processo de adesão, já que Kiev espera estar pronta no restante do ano para a abertura de "todos os capítulos" das negociações com a Comissão Europeia.

"A Ucrânia está colocando em movimento tudo o que é necessário no processo de negociação para a adesão à União Europeia", disse Zelenski, em uma mensagem de felicitações à Dinamarca e à sua primeira-ministra, Mette Frederiksen, com quem confessou que "já está preparando" uma reunião.

Os 27 deram sinal verde para a abertura das negociações de adesão em dezembro de 2023, e as abriram formalmente em junho de 2024. No entanto, as conversas ainda não foram iniciadas, embora Bruxelas tenha como objetivo começar as negociações sobre as principais reformas o mais rápido possível.

Zelenski aplaudiu o compromisso da Dinamarca com a Ucrânia, tanto política quanto militarmente, e defendeu que o ritmo não deve diminuir nos próximos meses, a fim de "proteger toda a Europa". Nesse sentido, ele ressaltou que o presidente russo Vladimir Putin "não quer uma Europa forte", razão pela qual optou por responder com sanções enérgicas que são "consideravelmente mais eficazes".

O líder ucraniano também aproveitou a oportunidade para agradecer à Polônia por seu trabalho durante a presidência rotativa do Conselho, que terminou na segunda-feira, elogiando, entre outras coisas, as sanções que a UE adotou no primeiro semestre de 2025 e o apoio dado para que a Ucrânia possa continuar a se defender contra a agressão militar russa. Ele também considerou que foram dados "passos positivos" no "processo de integração" de Kiev ao bloco da UE.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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