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MADRID 5 jan. (EUROPA PRESS) -
O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, anunciou na segunda-feira a nomeação da ex-vice-primeira-ministra canadense Chrystia Freeland como sua conselheira econômica, em um momento em que ele pediu a Kiev que fortaleça sua resistência interna até que haja progresso nas negociações de paz.
O presidente ucraniano disse que Freeland é "altamente competente nessas questões e tem ampla experiência em atrair investimentos e implementar transformações econômicas".
Na opinião de Zelenski, Kiev precisa tanto "fortalecer sua resiliência interna, para a recuperação do país, caso a diplomacia obtenha resultados o mais rápido possível, quanto fortalecer sua defesa, caso leve mais tempo para acabar com essa guerra".
"Sou grato a todos aqueles que estão prontos para apoiar nosso Estado e nosso compromisso com os parceiros", disse ele em uma mensagem nas mídias sociais.
Freeland atuou por mais de cinco anos como vice-primeira-ministra no governo de Justin Trudeau, com quem acabou tendo uma disputa que levou à sua demissão. Embora inicialmente tenha se candidatado para sucedê-lo no cargo após sua renúncia, Freeland retirou sua candidatura em favor do atual primeiro-ministro, Mark Carney.
O político canadense estava na disputa em 2022 para substituir o Secretário-Geral Jens Stoltenberg, já que a OTAN priorizou a liderança feminina pela primeira vez em sua história. No final, os aliados estenderam o mandato do político norueguês por um ano na ausência de candidatos oficiais e, em 2024, foi o ex-primeiro-ministro holandês Mark Rutte que atraiu o consenso necessário para ser eleito.
LIGAÇÃO COM O PRIMEIRO-MINISTRO DA AUSTRÁLIA
O gabinete do presidente ucraniano também relatou uma conversa telefônica com o primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, com quem discutiu os últimos acontecimentos na guerra lançada pela Rússia, incluindo os ataques às cidades ucranianas.
O contato ocorre um dia antes da reunião da coalizão dos dispostos em Paris na terça-feira, convocada pelo presidente francês Emmanuel Macron e com a presença da Austrália.
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