Europa Press/Contacto/PRESIDENT OF UKRAINE
MADRID 13 abr. (EUROPA PRESS) -
O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, destacou nesta segunda-feira que o Iraque solicitou colaborar em matéria de segurança com seu país, após muitos outros países do Oriente Médio e do Golfo já terem feito o mesmo, em plena guerra entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã, que respondeu atacando as instalações e os interesses que Washington possui espalhados pela região.
“É fundamental que se reconheça a expertise militar ucraniana e que a experiência em combate de nossos soldados se torne um pilar fundamental da proteção de nossos aliados”, destacou após se reunir com o secretário do Conselho Nacional de Segurança e Defesa da Ucrânia, Rustem Umerov.
“Toda nação merece segurança, e estamos preparados para oferecer apoio rápido e eficaz àqueles que apoiam nosso Estado e nossa independência”, disse Zelenski, anunciando que vários outros países solicitaram cooperar com a Ucrânia em outras regiões do planeta.
“Recebemos solicitações de colaboração com o Iraque. Analisamos a possibilidade de cooperação com os países do Cáucaso, bem como com os do leste e sudeste da Ásia. Existem pedidos importantes de países africanos”, relatou em uma mensagem em suas redes sociais.
Zelenski explicou novamente que a experiência da Ucrânia após vários anos de guerra com a Rússia pode ser fundamental para países como a Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos, o Catar ou o Kuwait, que vêm se defendendo nas últimas semanas de ataques provenientes do Irã.
“Isso inclui a proteção contra ataques aéreos e outros tipos de drones, bem como a resolução de problemas de segurança marítima: a experiência ucraniana no Mar Negro pode ser aplicada a outras rotas marítimas de importância mundial”, afirmou, em clara alusão ao Estreito de Ormuz.
Com o início desta nova guerra no Oriente Médio, Zelenski ofereceu a colaboração e a experiência da Ucrânia para neutralizar os ataques de drones e mísseis iranianos, amplamente utilizados pela Rússia durante o conflito. O presidente ucraniano sugeriu, como contrapartida, que esses países afetados utilizem suas boas relações com o Kremlin para pressionar por um cessar-fogo.
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