Publicado 22/06/2026 07:52

Zelenski denuncia “novos assassinatos injustificados” por parte da Rússia após pelo menos cinco mortos em ataques noturnos

19 de junho de 2026, Ucrânia, Ucrânia, Ucrânia: O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy se reuniu com o presidente hondurenho Nasralla Asfora durante um encontro bilateral, no qual ambas as partes discutiram formas de fortalecer as relações e a coopera
Europa Press/Contacto/PRESIDENT OF UKRAINE

MADRID 22 jun. (EUROPA PRESS) -

O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, denunciou nesta segunda-feira “novos assassinatos injustificados” cometidos pelo Exército russo durante os ataques da noite passada, que deixaram pelo menos cinco mortos e vários outros feridos.

Zelenski destacou que esses fatos ocorreram no mesmo dia em que a Rússia celebra, como todos os dias 22 de junho, as cerimônias de homenagem e memória pelo ataque da Alemanha nazista à União Soviética, e questionou que a Rússia faça isso em meio a esses novos bombardeios mortais sobre Sumy e Zaporizhia.

Zelenski informou que, na província de Sumy, três pessoas morreram, entre elas um menor de idade, enquanto outras três pessoas da mesma família ficaram feridas. “A casa ficou destruída. Uma casa comum e simples, sem nenhum alvo militar”, afirmou.

Enquanto isso, em Zaporijia, duas pessoas morreram durante os ataques da noite passada, e ele lamentou outras “baixas” em Odessa, Kherson, Donetsk e Kharkiv. Em Chernígov, ele denunciou novos ataques contra instalações de energia.

“A Rússia começou este dia não honrando a memória daqueles que morreram na Segunda Guerra Mundial, nem dando sinais de que vai pôr fim à guerra que está sendo travada atualmente — a guerra da Rússia contra a Ucrânia —, mas com novos assassinatos injustificados”, destacou o presidente ucraniano em suas redes sociais.

“Este é precisamente o momento do século XX que deveria ter mudado para sempre a atitude de qualquer Estado e do mundo inteiro em relação à vida humana (...) Não teria havido guerras mundiais se os líderes da época tivessem se guiado pelo valor da vida humana, e não por seus delírios imperiais”, afirmou.

Nesse sentido, ele observou que o presidente russo, Vladimir Putin, movido por seus próprios sonhos imperiais e pelo desprezo pela vida humana, lidera uma guerra que carece de justificativa e que já dura mais do que a Primeira Guerra Mundial.

“Talvez a Rússia queira que essa guerra dure ainda mais do que a Segunda Guerra Mundial. Mas o mundo, sem dúvida, não quer isso e não pode permitir que isso aconteça. Precisamos pressionar Putin, pressionar a Rússia, para que tudo isso termine com uma paz digna e uma proteção real e garantida para a vida das pessoas”, enfatizou.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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