Publicado 15/07/2026 11:17

Zelenski defende “uma Ucrânia sem a Rússia” e destaca seu papel em uma Europa que aposta no rearmamento

13 de julho de 2026, Ucrânia, Ucrânia, Ucrânia: O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy e a primeira-dama Olena Zelenska participam de uma visita de trabalho a Paris, na França, em 13 de julho de 2026. O presidente francês Emmanuel Macron organizou uma
Europa Press/Contacto/PRESIDENT OF UKRAINE

MADRID 15 jul. (EUROPA PRESS) -

O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, apelou nesta quarta-feira por um país sem guerra e sem a “ameaça” que a Rússia representa, ao mesmo tempo em que reivindicou seu lugar em uma Europa na qual, “pela primeira vez”, deixará de ser um “observador” para se tornar um de seus “líderes”, graças a projetos de armamento.

“Faremos todo o possível para construir um sistema antibalístico para a Europa, unificando todas as capacidades antibalísticas europeias, para que os céus de nossos povos estejam protegidos”, destacou Zelenski durante o discurso proferido por ocasião do Dia do Estado da Ucrânia.

Um discurso no qual ele enfatizou as conquistas em matéria de defesa que a Ucrânia alcançou nas últimas semanas, sejam os ataques de longo alcance em território russo, os acordos de armamento com a França ou as concessões que os Estados Unidos lhes concederam para fabricar mísseis Patriot.

“Não há mais limites inatingíveis para a justiça ucraniana em território hostil. Nossos 500 drones diários, dezenas de refinarias, navios-tanque da frota clandestina e a infraestrutura militar russa já sofreram com isso. Não faz sentido atacar a soberania da Ucrânia”, exaltou Zelenski.

“Nosso principal objetivo não é uma Rússia sem gasolina, mas uma Ucrânia sem a Rússia, uma Ucrânia sem guerra, uma Ucrânia com a Europa e uma Ucrânia e uma Europa sem a ameaça de Moscou”, destacou ele, ao mesmo tempo em que agradeceu a todos os países que ajudaram a aumentar o arsenal e os depósitos de armas ucranianos.

“Esta é a Ucrânia hoje. Um Estado ao qual foram dadas 72 horas, mas que resistiu a doze anos de agressão e 1.603 dias de guerra em grande escala”, destacou Zelenski, que afirma que até mesmo os “propagandistas russos” admitem que “a Ucrânia é um Estado que a Rússia não pode derrotar” e que “a OTAN precisa”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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