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MADRID 29 abr. (EUROPA PRESS) -
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, confirmou nesta terça-feira que as conversações com a administração dos Estados Unidos serão realizadas em breve para decidir sobre novas sanções para forçar a Rússia a ir à mesa de negociações.
"Estamos escolhendo exatamente os pontos fracos que mais incentivarão a Rússia a se engajar na diplomacia. Eles devem tomar medidas claras para acabar com a guerra, e insistimos que um cessar-fogo incondicional e abrangente deve ser o primeiro passo", enfatizou o presidente ucraniano em seu discurso diário.
Zelenski, que não entrou em detalhes sobre quando essas conversas ocorreriam, enfatizou a necessidade de continuar a pressionar não apenas a Rússia, mas também as redes de influência por meio das quais ela consegue contornar as sanções que o Ocidente vem impondo a ela desde o início da invasão.
Essas novas sanções, disse ele, serão sincronizadas com outros aliados europeus para causar maior impacto. "Já estamos obtendo bons resultados", enfatizou, referindo-se às medidas restritivas impostas a parte da indústria de defesa russa.
Nos últimos dias, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e membros de sua administração instaram as partes a negociar, com o aviso de que Washington adotará uma postura diferente, inclusive deixando de ser um intermediário.
Nas últimas horas, o enviado especial de Trump para a Ucrânia, Keith Kellogg, enfatizou a disposição de Kiev de levar o processo adiante e conclamou Moscou a dar o próximo passo, que, segundo ele, não envolve a trégua "absurda" de três dias anunciada pelo presidente russo Vladimir Putin.
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