Publicado 29/04/2025 18:09

Zelenski confirma as próximas conversas com os EUA para decidir sobre novas sanções contra a Rússia

25 de abril de 2025, Kiev, Ucrânia: O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, faz uma pausa para um momento de silêncio após colocar flores no prédio residencial destruído como resultado do ataque maciço russo em 25 de abril de 2025 em Kiev, Ucrânia. O
Europa Press/Contacto/Ukraine Presidency/Ukrainian

MADRID 29 abr. (EUROPA PRESS) -

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, confirmou nesta terça-feira que as conversações com a administração dos Estados Unidos serão realizadas em breve para decidir sobre novas sanções para forçar a Rússia a ir à mesa de negociações.

"Estamos escolhendo exatamente os pontos fracos que mais incentivarão a Rússia a se engajar na diplomacia. Eles devem tomar medidas claras para acabar com a guerra, e insistimos que um cessar-fogo incondicional e abrangente deve ser o primeiro passo", enfatizou o presidente ucraniano em seu discurso diário.

Zelenski, que não entrou em detalhes sobre quando essas conversas ocorreriam, enfatizou a necessidade de continuar a pressionar não apenas a Rússia, mas também as redes de influência por meio das quais ela consegue contornar as sanções que o Ocidente vem impondo a ela desde o início da invasão.

Essas novas sanções, disse ele, serão sincronizadas com outros aliados europeus para causar maior impacto. "Já estamos obtendo bons resultados", enfatizou, referindo-se às medidas restritivas impostas a parte da indústria de defesa russa.

Nos últimos dias, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e membros de sua administração instaram as partes a negociar, com o aviso de que Washington adotará uma postura diferente, inclusive deixando de ser um intermediário.

Nas últimas horas, o enviado especial de Trump para a Ucrânia, Keith Kellogg, enfatizou a disposição de Kiev de levar o processo adiante e conclamou Moscou a dar o próximo passo, que, segundo ele, não envolve a trégua "absurda" de três dias anunciada pelo presidente russo Vladimir Putin.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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