Europa Press/Contacto/Hennadii Minchenko
MADRID 14 jul. (EUROPA PRESS) -
O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, confirmou nesta terça-feira novos ataques de longo alcance contra uma refinaria na província russa do Bashkortostão — a 1.300 quilômetros da linha de frente — e vários petroleiros no Mar de Azov, no mesmo dia em que exigiu mais sanções contra a Rússia após os últimos bombardeios.
“Agradecemos aos nossos guerreiros, cujas operações bem-sucedidas estão levando a guerra de volta para onde ela começou”, elogiou o presidente ucraniano, que informou sobre ataques a outra refinaria na cidade de Afipski, na região de Krasnodar, localizada a cerca de 400 quilômetros da linha de frente.
Além disso, informou sobre “ataques bem-sucedidos” na cidade portuária de Gelendzhik, também em Krasnodar, bem como no Mar de Azov contra um navio de patrulha e vários petroleiros pertencentes à chamada ‘frota fantasma’ russa, com a qual Moscou tenta contornar as sanções.
“Nossos guerreiros continuam lançando ataques de longo alcance contra as empresas e instalações russas que alimentam a guerra”, alertou Zelenski, que nos últimos dias vem compartilhando imagens desses bombardeios, em um momento em que a Rússia já começou a sofrer certa escassez de combustível.
As Forças Armadas ucranianas informaram que, na noite passada, vários drones atingiram uma das maiores refinarias de petróleo e petroquímicos da Gazprom, localizada na cidade de Salavat, na província do Bashkortostão, palco, nos últimos dias, de ataques ucranianos de características semelhantes.
Nesse caso, essas instalações eram o último grande produtor de gasolina que ainda não havia sido danificado pelos projéteis ucranianos neste ano, conforme destacaram as autoridades de Kiev.
Por outro lado, o Exército ucraniano também estimou em 116 o número de embarcações russas atingidas nos últimos nove dias no Mar de Azov por drones ucranianos.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático