Europa Press/Contacto/PRESIDENT OF UKRAINE
MADRID 3 abr. (EUROPA PRESS) -
O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, indicou nesta sexta-feira que o documento sobre as garantias de segurança a serem oferecidas por seus aliados no cenário pós-guerra será concluído em breve. Trata-se de um documento com o qual ele busca garantir o apoio dos Estados Unidos à segurança ucraniana, com o objetivo de evitar uma repetição da agressão russa.
Em declarações à imprensa, o presidente ucraniano insistiu que, após manter contatos com a equipe de negociação americana, nos próximos dias, a parte ucraniana finalizará o documento sobre garantias de segurança, abordando as questões pendentes nessa matéria.
“Todos entendem que as questões complexas — as relacionadas a territórios — só podem ser resolvidas no nível dos líderes dos três países. Em segundo lugar, de qualquer forma, a Ucrânia deve ter uma compreensão clara das garantias de segurança”, afirmou sobre os últimos contatos com Washington.
Nesse sentido, ele insistiu que toda a questão dos acordos de segurança deve “estar claramente redigida” para que a população ucraniana tenha clareza e possa compreendê-la.
“Isso é muito importante. Não sabemos se obteremos o que acordamos, mas o acordo é o seguinte: nos próximos dias, a Ucrânia incorporará no rascunho do documento nossas respostas às perguntas que temos sobre essas garantias de segurança”, afirmou em declarações coletadas pela agência Ukrinform, indicando assim avanços na finalização do documento.
Kiev busca esclarecer qual será a resposta dos Estados Unidos diante de uma eventual nova agressão russa, além do apoio ao Exército ucraniano em questões de armamento e financiamento.
Zelenski busca que, paralelamente, seja considerada a fornecimento à Ucrânia de sistemas de mísseis antibalísticos de fabricação norte-americana, como os sistemas “Patriot”, considerados a tecnologia mais moderna, mas escassa nos arsenais dos parceiros europeus.
O líder ucraniano vem reiterando, desde o início do ano, a conclusão dos acordos para obter garantias de segurança, um tema que ele ressalta que deve ser aprovado, em última instância, em uma cúpula de chefes de Estado que culmine em um pacto para o fim da guerra.
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