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MADRID 28 fev. (EUROPA PRESS) - O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, expressou neste sábado seu apoio ao ataque surpresa lançado pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã, alegando que o “regime” dos aiatolás “decidiu ser cúmplice de (o presidente russo) Vladimir Putin”, no contexto da invasão da Ucrânia.
“Embora os ucranianos nunca tenham ameaçado o Irã, o regime iraniano decidiu ser cúmplice de Putin e fornecer-lhe 'shahid', não apenas drones, mas também tecnologia. O Irã também forneceu outras armas à Rússia”, afirmou, em uma mensagem nas redes sociais, na qual ressalta que mais de 57.000 drones “shahid” de fabricação iraniana foram usados contra cidades e infraestruturas energéticas da Ucrânia.
“É justo dar ao povo iraniano a oportunidade de se livrar do regime terrorista e garantir a segurança de todas as nações que sofreram com o terrorismo originado no Irã”, destacou. Zelenski ressaltou, em todo caso, que é “importante preservar vidas humanas na medida do possível”, assim como evitar a escalada da guerra. Por isso, pediu a Washington que “aja com determinação”, insistindo que, quando o faz, “os criminosos globais ficam enfraquecidos”. “Isso também deve chegar aos russos”, disse ele, para enfatizar que “cada ato maligno, ato terrorista e agressão contra os vizinhos deve ter uma resposta justa”.
O presidente ucraniano indicou assim que espera que, após a intervenção militar dos Estados Unidos, a região do Oriente Médio seja “mais segura e estável”. “Já estão ocorrendo muitas mudanças para alcançar esse objetivo”, avaliou. Israel e os Estados Unidos lançaram neste sábado, logo pela manhã, uma série de bombardeios contra o Irã com o objetivo declarado de forçar uma mudança de regime. Teerã, por sua vez, respondeu com ataques contra Israel e contra as bases militares dos Estados Unidos na região.
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