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MADRID 27 mar. (EUROPA PRESS) -
O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, anunciou nesta sexta-feira um acordo com a Arábia Saudita na área de defesa, pelo qual Kiev e Riade intensificarão a cooperação tecnológica e os investimentos militares.
“Chegamos a um importante acordo entre o Ministério da Defesa da Ucrânia e o Ministério da Defesa do Reino da Arábia Saudita em matéria de cooperação na área de defesa”, afirmou o presidente ucraniano durante sua visita à Arábia Saudita, onde se reuniu com o príncipe herdeiro, Mohammed bin Salman.
Segundo ele, o pacto “estabelece as bases para futuros contratos, cooperação tecnológica e investimentos”, enfatizando que a medida reforça ainda “o papel internacional da Ucrânia como fornecedora de segurança”.
“Estamos dispostos a compartilhar nossa experiência e nossos sistemas com a Arábia Saudita e a trabalhar juntos para reforçar a proteção dos civis”, indicou Zelenski em uma mensagem nas redes sociais.
Ele traçou um paralelo entre os ataques sofridos pela população ucraniana e os “ataques terroristas” com mísseis balísticos e drones que “o regime iraniano está realizando atualmente no Oriente Médio e na região do Golfo”.
No âmbito de sua visita, Zelenski se reuniu com especialistas militares ucranianos destacados na Arábia Saudita para auxiliar Riade em questões de defesa antiaérea. Por meio dessa cooperação, Kiev busca identificar quais mudanças são necessárias para reforçar a proteção da população e das vidas contra os drones e mísseis iranianos.
“Há medidas concretas que podemos adotar em conjunto com nossos parceiros. Mesmo em tão pouco tempo, os especialistas ucranianos conseguiram compartilhar seus amplos conhecimentos e demonstrar como protegemos na Ucrânia nossas vidas e nossas infraestruturas”, afirmou o presidente, segundo um comunicado de seu gabinete sobre as equipes destacadas na Arábia Saudita, ressaltando que a experiência da Ucrânia é “única e reconhecida”.
Assim, Zelenski voltou a deixar claro que a Ucrânia está disposta a apoiar a proteção daqueles países que, por sua vez, ajudem Kiev a defender sua independência.
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