CESAR VALLEJO RODRIGUEZ - Arquivo
MADRID, 23 jul. (EUROPA PRESS) -
O ex-presidente do Governo, José Luis Rodríguez Zapatero, negou categoricamente ter exercido qualquer influência no resgate da companhia aérea Plus Ultra pelo Governo, defendendo, ao mesmo tempo, que sua atividade profissional como consultor sempre “respeitou a legalidade”.
“Isso vai ficar comprovado, porque ninguém vai poder dizer que eu exerci qualquer tipo de influência. Nem mesmo que conversei com alguém, seja da SEPI, seja do governo, para o resgate da Plus Ultra. É assim, e vai continuar sendo assim”, afirmou ele em entrevista ao programa “Mañaneros 360” da “TVE”, divulgada pela Europa Press.
Zapatero não se pronunciou sobre a estratégia de defesa de seu ex-parceiro, o empresário Julio Martínez, após o depoimento deste perante o juiz da Audiencia Nacional, no qual ele apontou o ex-presidente como responsável pelo empréstimo de 53 milhões de euros à Plus Ultra.
Ele também negou ter avisado Martínez de que o governo iria aprovar o resgate. “Eu não sabia o que o Conselho da SEPI iria fazer (...) Não intervim em nada do processo. Não fiquei sabendo”, afirmou.
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