Eduardo Parra - Europa Press
MADRID 10 out. (EUROPA PRESS) -
A primeira vice-presidente e ministra do Trabalho, Yolanda Díaz, anunciou que está considerando uma ação legal contra a presidente da Comunidade de Madri, Isabel Díaz Ayuso, por "desacato" e "desobediência", depois de se recusar a realizar um registro de médicos objetores de consciência no sistema público de saúde.
Falando à mídia da cidade suíça de Genebra, antes de participar de um evento sobre saúde psicológica no trabalho, o líder da Sumar condenou as palavras da presidente de Madri, que na sessão plenária de quinta-feira da Assembleia de Madri justificou sua recusa em registrar os objetores dizendo "vá a outro lugar para fazer um aborto".
"Vamos considerar uma ação legal entre a desobediência e o desprezo manifesto pela presidente da Comunidade de Madri", disse ela, alertando que "não vamos voltar" à época em que as mulheres iam a Londres para interromper a gravidez.
Para Díaz, "a liberdade da Sra. Ayuso não é nenhuma", e "medidas apropriadas" devem ser tomadas contra a "rebelião" do presidente de Madri, "que tem que assumir algum tipo de responsabilidade".
Ela conclamou as mulheres espanholas, "não apenas as de Madri", a saírem às ruas para se mobilizarem e defenderem seus direitos. "Chega de retrocessos", acrescentou ela, acrescentando que "as mulheres da Espanha não aceitarão nenhum retrocesso".
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