Marta Fernández - Europa Press
BRUXELAS 13 maio (EUROPA PRESS) -
A segunda vice-presidente e ministra do Trabalho e da Economia Social, Yolanda Díaz, evitou avaliar o conteúdo das mensagens de whatsapp entre o presidente do governo, Pedro Sánchez, e o então ministro José Luis Ábalos, embora tenha considerado o vazamento como um evento "muito sério" pelo qual ela espera que haja "responsabilidades legais".
"Não dou valor a conversas privadas", disse Díaz em declarações à imprensa em Bruxelas, para evitar responder a várias perguntas sobre sua opinião a respeito das palavras expressas por Sánchez nessas mensagens.
No entanto, a vice-presidente insistiu que considera "extremamente grave" o fato de estarmos presenciando esses vazamentos "sobre um caso legal", ao mesmo tempo em que disse esperar "que as responsabilidades legais relevantes sejam adotadas".
Não faço comentários sobre conversas particulares e tenho certeza de que, na minha prática profissional como advogada, o que estamos vendo aqui não pode acontecer", concluiu Díaz, sem avaliar o conteúdo das conversas publicadas pelo jornal "El Mundo", nas quais Sánchez descreve a ministra da Defesa, Margarita Robles, como uma "pájara".
Em outra conversa, o ex-secretário de Organização do PSOE e o líder socialista discutiram a decisão de Pablo Iglesias de deixar o governo para ser o cabeça de lista nas eleições regionais em Madri.
Nesse caso, Sánchez descreveu o ex-líder do Podemos como um "maltratador", depois que este último avaliou publicamente a relação afetuosa que havia desenvolvido com o então ministro dos Transportes e interlocutor de 'whatsapp'.
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