Europa Press/Contacto/Xie Huanchi - Arquivo
MADRID 21 ago. (EUROPA PRESS) -
O presidente chinês, Xi Jinping, pediu "unidade interétnica" por ocasião das comemorações do 60º aniversário da anexação do Tibete pela China, região para a qual ele viajou na quinta-feira, apesar da presença histórica de movimentos anti-Pequim.
Nessa visita, a segunda de Xi desde que se tornou chefe de Estado, o presidente chinês ressaltou que "qualquer tentativa de dividir o país e comprometer sua estabilidade está destinada ao fracasso", segundo o canal de televisão CCTV.
No entanto, as organizações de direitos humanos continuam a acusar a China de reprimir as liberdades religiosas e de introduzir medidas de vigilância "rigorosas" sobre a população tibetana.
Ele pediu "boa governança, estabilidade social, unidade interétnica e harmonia religiosa", disse Xi, assegurando que a China conseguiu "melhorar a qualidade de vida dos residentes" dessa área montanhosa asiática.
Na década de 1950, o exército chinês derrubou as forças tibetanas logo após vencer a guerra civil. Posteriormente, em 1965, a China estabeleceu seu domínio sobre a região autônoma.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático