Publicado 27/01/2026 08:16

Xi convida a Finlândia a “navegar livremente no vasto oceano do mercado chinês”

PEQUIM, 27 de janeiro de 2026 — O presidente chinês Xi Jinping se reúne com o primeiro-ministro finlandês Petteri Orpo, que está em visita oficial à China, no Grande Salão do Povo, em Pequim, capital da China, em 27 de janeiro de 2026.
Europa Press/Contacto/Li Xiang

MADRID 27 jan. (EUROPA PRESS) - O presidente chinês, Xi Jinping, instou nesta terça-feira a Finlândia e suas empresas a “navegar livremente no vasto oceano do mercado chinês” para aumentar sua competitividade global, em declarações durante uma reunião em Pequim com o primeiro-ministro finlandês, Petteri Orpo.

Na visita oficial do líder escandinavo, o líder chinês apelou a “aprofundar a cooperação mutuamente benéfica em áreas como a transição energética, a economia circular, as indústrias agrícola e florestal e a inovação científica e tecnológica”.

Por sua vez, Orpo afirmou antes da viagem que é “importante continuar o diálogo com a China sobre a cooperação bilateral”, mas também sobre questões internacionais “como os desafios ao sistema baseado em normas e ao comércio”. “A China é um importante mercado de exportação para as empresas finlandesas e o segundo parceiro comercial mais importante da UE. A relação entre a UE e a China deve basear-se na reciprocidade e na igualdade de acesso ao mercado”, afirmou em declarações recolhidas pelo seu gabinete.

PROMOVER UM MUNDO MULTIPOLAR COM A EUROPA Da mesma forma, o presidente chinês instou a promover um mundo multipolar junto com a Europa, uma vez que “o mundo enfrenta múltiplos riscos e desafios” e “a comunidade internacional deve se unir para responder”.

“Os grandes países devem agir como um bom exemplo para promover a igualdade, respeitar o Estado de direito, buscar a cooperação e manter a integridade”, afirmou, conforme divulgado pela agência de notícias chinesa Xinhua.

Xi se mostrou aberto a trabalhar com a Finlândia para defender firmemente o sistema internacional, “com as Nações Unidas como núcleo”, e uma ordem global baseada no direito internacional, apontando que a cooperação deve se estender a toda a Europa. “A China e a Europa são parceiras, não adversárias. A cooperação entre a China e a Europa supera a concorrência, e seus pontos em comum estão acima de suas diferenças”, afirmou, em um momento em que o continente está diversificando suas relações internacionais diante dos contínuos conflitos com Washington, agravados por suas pretensões sobre a Groenlândia.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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