Crítica a Trump pela guerra no Irã: “Ele nos arrastou para uma guerra onde não havia nenhuma ameaça”
L'HOSPITALET DE LLOBREGAT (BARCELONA), 18 (EUROPA PRESS)
O candidato a vice-presidente dos Estados Unidos nas eleições de 2024 ao lado de Kamala Harris e governador de Minnesota, Tim Walz, alertou em sua intervenção na Global Progressive Mobilisation (GPM) que “o autoritarismo não se limita aos Estados Unidos, está em toda parte”.
Walz afirmou que seria “muito fácil” para ele se dedicar exclusivamente a atacar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mas que é preciso estar ciente de que o autoritarismo se impõe em outros cantos do mundo, disse ele na GPM, que está sendo realizada na Fira de Barcelona Gran Via, em L'Hospitalet de Llobregat (Barcelona).
No entanto, ele afirmou que seria negligente não prestar atenção aos sinais encorajadores daqueles que o combateram, como Lula da Silva no Brasil, ou às eleições na Hungria, às quais também fez uma referência implícita para criticar o vice-presidente de Trump, JD Vance: “Não estou aqui para organizar um comício para algum aspirante a ditador local”.
Ele acrescentou que também não veio para “procurar briga com o Papa”, mas para ver como os progressistas podem se libertar dos aspirantes a autoritários, além dos Estados Unidos.
GUERRA NO IRÃ
Walz se referiu à guerra no Irã e criticou o fato de Trump tê-la iniciado: “Temos um presidente de mente fraca e disposto a atirar em qualquer um. Que nos mergulhou em uma guerra onde não havia nenhuma ameaça, sem objetivos claros nem plano de saída. Devemos chamar as coisas pelo nome: isso é fascismo”.
Por fim, ele exortou os participantes da cúpula a não desistirem e a continuarem a condenar a “monstruosidade que se instala na nossa Casa Branca”, e garantiu que, apesar de tudo, há mais gente no lado certo da história.
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