Eduardo Parra - Europa Press - Arquivo
MADRID 1 maio (EUROPA PRESS) -
A Vox defenderá na próxima semana no Plenário do Congresso seu plano para garantir a liberdade de expressão contra o que chama de 'idelogía woke' e que inclui, entre outras coisas, renunciar à "intromissão" do Governo na mídia que está incluída no Plano de Ação para a Democracia e exigir o fim da pressão sobre a rede social X do bilionário norte-americano Elon Musk.
Nele, o partido de Santiago Abascal pede à Câmara dos Deputados que exorte o governo a garantir e respeitar o direito de expressar e divulgar livremente pensamentos, ideias e opiniões por qualquer meio de reprodução, para que ninguém possa ser assediado ou perseguido por causa de suas opiniões.
Eles também pedem a promoção, em nível nacional, europeu e internacional, de "um fim à cultura do cancelamento, especialmente aquela exercida pelas elites que promovem a Agenda 2030 contra aqueles que se manifestam contra a cultura dominante do woke".
CONTRA AS MEDIDAS DE VON DER LEYEN
Em consonância com essa questão, em seu texto eles também exortam o governo de Pedro Sánchez a condenar a "interferência" do Foro de São Paulo na liberdade dos cidadãos brasileiros de usar as redes sociais e a exigir que a presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, interrompa a pressão da UE sobre a rede social X.
A iniciativa da Vox, relatada pela Europa Press, também defende a proteção e o respeito à liberdade de produção e criação literária, artística, científica e técnica, bem como a garantia e o respeito à liberdade acadêmica e ao direito de livre expressão dos professores.
Com relação aos meios de comunicação, eles exigem que a liberdade de informação, ou o direito de transmitir e receber livremente informações verdadeiras, seja salvaguardada e respeitada, e também que qualquer tipo de censura prévia, intervenção repressiva de publicações, gravações e qualquer outro meio de informação seja renunciada, especialmente limitando a liberdade de empreendimento.
COMUNICAÇÃO PÚBLICA LIVRE
Precisamente, em outro dos pontos a serem votados, os partidários de Abascal apontam diretamente para o Plano de Ação para a Democracia promovido pelo Executivo e pedem a renúncia a qualquer tipo de interferência e intervenção ilegítima no campo da mídia, como acreditam que o Governo pretende, bem como no campo do exercício da liberdade de expressão dos cidadãos por meio das redes sociais.
Finalmente, pedem que o governo garanta e respeite a livre comunicação pública, pois a consideram "um instrumento indispensável para a participação política, sem a qual não há sociedade livre e, portanto, não há soberania nacional".
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