Eduardo Parra - Europa Press - Arquivo
MADRID, 29 mar. (EUROPA PRESS) -
O Vox instou o governo de Israel a “explicar e corrigir” o que ocorreu neste domingo na Igreja do Santo Sepulcro, onde a polícia israelense impediu a entrada do chefe da Igreja Católica em Jerusalém, o cardeal Pierbattista Pizzaballa, para participar da missa do Domingo de Ramos.
Em uma mensagem no 'X', o partido de Santiago Abascal afirmou compreender que “a situação é muito complicada” em Jerusalém, “com o fechamento de locais sagrados das três religiões”.
No entanto, pediu que os cristãos mantenham “intacta sua liberdade religiosa” e que “seja garantida sua segurança, apesar dos ataques islamistas”.
ISRAEL ALEGA MOTIVOS DE SEGURANÇA
Em um comunicado publicado neste domingo, o Patriarcado Latino de Jerusalém denunciou que a polícia israelense interceptou a comitiva privada liderada por Pizzaballa quando se dirigia ao local de culto e os obrigou a dar meia-volta.
A Diocese de Jerusalém condenou a medida, considerando-a “manifestamente irracional e desproporcional” e afirmando que ela constitui “um grave precedente que ignora a sensibilidade de bilhões de pessoas em todo o mundo, cujos olhares estão voltados para Jerusalém” durante a Semana Santa.
No entanto, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e a polícia israelense alegaram que a decisão se deve a motivos de segurança, seguindo instruções do Exército no âmbito da guerra contra o Irã. Além disso, a polícia afirmou que informou no sábado ao Patriarcado Latino que a visita não poderia ocorrer por esse motivo.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático