Álex Cámara - Europa Press
MARBELLA (MÁLAGA), 17 (EUROPA PRESS) O candidato do Vox à Presidência do Governo Regional, Manuel Gavira, anunciou nesta sexta-feira que o partido vai avaliar a possibilidade de denunciar os distúrbios ocorridos ontem em Granada, quando um grupo de manifestantes “antifascistas” protestou contra um comício do Vox, com a presença do líder nacional, Santiago Abascal, na praça de Las Pasiegas, no centro da cidade, e que chegaram a resultar na detenção de uma pessoa.
“Vamos analisar, evidentemente, as ações, mas o primeiro ponto a ser denunciado é como Marlaska e seu delegado do Governo não garantiram a segurança dos andaluzes que estavam lá”, afirmou Manuel Gavira, em declarações à imprensa em Marbella, referindo-se ao ministro do Interior, Fernando Grande-Marlaska, e ao delegado do Governo central na Andaluzia, Pedro Fernández.
“Ontem tentaram nos calar, nos silenciar, nos intimidar. Ontem, Marlaska e seu delegado do Governo colocaram em risco os andaluzes em Granada”, insistiu Gavira, que quis deixar claro que “eles não vão conseguir seu objetivo. Não vão nos calar, nem nos silenciar, nem nos intimidar”.
À pergunta sobre se o partido tomará algum tipo de medida em seus próximos comícios para evitar esse tipo de incidente, Gavira explicou que o que o Vox fará é “denunciar o ocorrido e revisar todos os vídeos”.
“Não pode ser que a 20 metros do microfone, de onde nos dirigíamos a mais de 2.000 andaluzes que estavam ali para nos ouvir, houvesse uma turba de extrema esquerda querendo boicotar o evento. E, acima de tudo, eles estavam colocando em risco a vida de idosos, crianças e famílias que estavam ali para nos ouvir”, afirmou.
“Mas o fato é que nos atiraram objetos, jogaram bolas de tinta e todos viram as imagens da colega María Ruiz, deputada nacional, coberta de tinta”, destacou Gavira.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático