María José López - Europa Press - Arquivo
MADRID 13 abr. (EUROPA PRESS) -
O secretário-geral do Vox, Ignacio Garriga, comemorou nesta segunda-feira o fato de Begoña Gómez ter sido indiciada por quatro crimes, pois considera que a esposa do presidente Pedro Sánchez é “a ponta do iceberg” da “máfia” do PSOE.
Especificamente, o juiz que investiga o “caso Begoña Gómez”, Carlos Peinado, decidiu indiciar a esposa do chefe do Executivo por supostos crimes de desvio de fundos, tráfico de influências, corrupção nos negócios e apropriação indébita.
Crimes pelos quais, conforme apontou Garriga em coletiva de imprensa no Bambú após a reunião da Executiva do Vox, Begoña Gómez terá que prestar “muitas” explicações perante a Justiça “pelo que fizeram e estão tentando ocultar”.
OS INSULTOS DO PSOE AOS JUÍZES NÃO SÃO NADA DE NOVO
Questionado sobre o fato de o ministro da Presidência, Justiça e Relações com as Cortes, Félix Bolaños, já ter insinuado uma possível prevaricação do juiz Peinado, Garriga observou que “não é nada de novo”.
“É algo a que o PSOE nos acostumou, assim como os separatistas; quando são pegos com a mão na massa, ou seja, roubando dos espanhóis, então precisam apontar o dedo para o juiz”, criticou o líder do Vox, enfatizando que existem “evidências mais do que suficientes” para processar a esposa de Sánchez.
Justamente o processo contra Begoña Gómez coincide com a viagem oficial do presidente à China, fato que Garriga admitiu não o surpreender. “É o décimo capítulo de Sánchez que, sempre que pode, vai abraçar quem não deve, como narcoditadores, ou parabenizar terroristas”, denunciou.
Nesse sentido, o porta-voz do Vox censurou Sánchez por estar “em uma fuga para a frente”, fingindo, em sua opinião, ser “o embaixador da paz mundial”, quando é “o principal responsável” por os espanhóis não poderem sair às ruas sem serem assaltados ou violados por aqueles que ele traz para o nosso país.
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