LAURIE DIEFFEMBACQ / PARLAMENTO EUROPEO - Arquivo
BRUXELAS 9 out. (EUROPA PRESS) -
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, superou nesta quinta-feira as moções de censura apresentadas contra ela pela extrema-direita e pela esquerda radical, depois de ganhar o apoio do Popular, dos Socialistas, dos Liberais e dos Verdes, na segunda ocasião em poucos meses em que enfrentou sua destituição pelo Parlamento Europeu.
As iniciativas estavam destinadas a fracassar após o debate parlamentar de segunda-feira, quando ficou claro o apoio das forças no centro do espectro político - socialistas, liberais e verdes, além de seu próprio grupo, o "popular". De qualquer forma, esses grupos alertaram Von der Leyen de que seu apoio não é incondicional e pediram que ela cortasse "aqueles que negam a mudança climática", "a violência masculina" e "aplaudem o plano genocida de (Benjamin) Netanyahu", em referência às forças de direita.
A proposta do grupo Patriots for Europe - que inclui a Vox - criticou a gestão de Von der Leyen na UE por prejudicar os interesses econômicos e a autonomia estratégica dos países da UE com pactos comerciais como o Mercosul.
Enquanto isso, a censura do GUE (o grupo do Podemos, Sumar e Bildu) reprovou o executivo da UE por sua passividade diante do genocídio em Gaza, sua austeridade e acordos como o acordo de livre comércio com o Mercosul ou o acordo tarifário com os Estados Unidos.
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