Publicado 12/08/2025 05:40

VÍDEO: UE reivindica o papel da Ucrânia nas negociações e adverte a Rússia em mensagem sem Hungria

Archivo - HANDOUT - 27 de janeiro de 2025, Polônia, Oswiecim: O presidente do Conselho da UE, Antonio Costa (à direita), recebe o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky para uma reunião à margem dos eventos comemorativos do Dia Internacional da Lembrança
Alexandros Michailidis/EU Counci / DPA - Arquivo

BRUXELAS 12 ago. (EUROPA PRESS TELEVISION) -

Os governos de 26 dos 27 estados membros da União Europeia assinaram uma mensagem sem a Hungria na qual apoiam a iniciativa de paz do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mas na qual também advertem que são os ucranianos que têm "o direito de escolher seu próprio destino" e exigem sanções contra a Rússia.

A maioria dos líderes do Conselho Europeu pede nessa nota "uma paz justa e duradoura", sob a premissa de que qualquer acordo futuro deve respeitar "os princípios de independência, soberania, integridade territorial" e o fato de que "as fronteiras internacionais não podem ser alteradas pela força", em uma clara alusão à invasão russa.

Trump insinuou na semana passada a possibilidade de uma troca de territórios entre as partes, na véspera de uma reunião com seu homólogo russo, Vladimir Putin, à qual os líderes europeus não fizeram alusão direta no comunicado divulgado na terça-feira.

"O povo da Ucrânia deve ser livre para decidir seu futuro. O caminho para a paz na Ucrânia não pode ser decidido sem a Ucrânia", alertam, ressaltando que um cessar-fogo é essencial para qualquer progresso nesse sentido.

Um dos horizontes políticos mais claros para a Ucrânia é a adesão à UE, algo que os 26 governos signatários enfatizam que "continuarão a apoiar", apesar da relutância demonstrada nos últimos meses pelo primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, que acredita que a adesão colocaria em risco a estabilidade do bloco.

Até lá, a UE "continuará a fornecer apoio político, financeiro, econômico, humanitário e diplomático" para que a Ucrânia exerça "seu direito de se defender" diante da agressão, assim como "continuará a cumprir e impor medidas restritivas contra a Federação Russa", uma política que Orbán também não gosta.

"Uma Ucrânia capaz de se defender efetivamente é parte integrante das futuras garantias de segurança", enfatizam os líderes da UE, aceitando e "respeitando" as políticas que "alguns" Estados membros possam adotar nessa área.

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