Publicado 06/04/2026 18:36

VÍDEO: Trump relembra seu ultimato e destaca que "o Irã pode ser arrasado em uma noite"

6 de abril de 2026, Washington, Distrito de Columbia, EUA: O presidente dos Estados Unidos, Donald J. Trump, fala com a imprensa enquanto ele e a primeira-dama, Melania Trump, organizam o evento “Easter Egg Roll” de 2026 na Casa Branca, no Jardim Sul da C
Daniel Heuer - Pool via CNP / Zuma Press / Contact

Critica seus aliados e a OTAN por não se unirem à ofensiva contra Teerã

MADRID, 6 abr. (EUROPA PRESS TELEVISÃO) -

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reiterou nesta segunda-feira o ultimato que termina na terça-feira, pelo qual exige que o Irã abra o estreito de Ormuz, e advertiu que o país inteiro “pode ser arrasado em uma noite”, que poderia ser a de amanhã.

“O país inteiro pode ser arrasado em uma noite, e poderia ser amanhã”, afirmou Trump durante uma coletiva de imprensa em Washington. “Temos um plano que conta com o poder de nossas forças armadas. Às 24h em ponto, todas as pontes do Irã estarão arrasadas. Todas as usinas nucleares estarão inoperantes, em chamas, com explosões, e nunca mais poderão ser utilizadas”, acrescentou.

O inquilino da Casa Branca destacou que a reabertura do Estreito de Ormuz é “uma grande prioridade” e, diante da pergunta se aceitaria que o Irã cobrasse pedágio pela passagem de navios, reagiu para sugerir que deveria ser os Estados Unidos a cobrar. “Melhor eu fazer isso do que permitir que eles façam”, porque “nós vencemos”, indicou.

Durante a coletiva de imprensa, Trump foi questionado sobre o fato de que esses bombardeios podem ser considerados crimes de guerra, ao que respondeu que os próprios iranianos “estão dispostos a sofrer por sua liberdade”. “Os iranianos dizem, e temos muitas mensagens interceptadas, ‘por favor, continuem bombardeando’ e as bombas caem ao lado de suas casas (...). Tudo o que posso dizer é que eles querem liberdade”, afirmou.

O secretário de Defesa, Pete Hegseth, participou da coletiva de imprensa e insistiu nas ameaças de bombardeios generalizados caso o prazo do ultimato seja cumprido sem um acordo. “O Irã tem que escolher. Escolham bem, porque este presidente não está brincando. Podem perguntar a (Qasem) Soleimani, a (Nicolás) Maduro, a Jomeini", argumentou, referindo-se ao fundador da República Islâmica, Ruholá Jomeini, quando presumivelmente queria citar o líder supremo iraniano Alí Jamenei, falecido no primeiro dia dos bombardeios americanos sobre o Irã, em 28 de fevereiro.

Hegseth destacou ainda que estão aumentando o número de ataques em solo iraniano. “Hoje tivemos o maior volume de ataques desde o primeiro dia desta operação. Amanhã serão ainda mais”, explicou.

CRÍTICAS AOS ALIADOS

Trump aproveitou a coletiva de imprensa para criticar novamente aliados como o Japão, a Coreia do Sul ou os países da OTAN por não colaborarem nos bombardeios.

“Quando precisávamos deles... Não precisávamos deles de forma alguma. Eles não ajudaram em nada, pelo contrário. Eles se afastaram para não ajudar. Nem mesmo querem nos dar as pistas de pouso”, afirmou. Para Trump, “tudo começou com a Groenlândia”. “Queremos a Groenlândia. Eles não querem nos dar”, argumentou.

Fora da Aliança Atlântica, ele mencionou países como Austrália, Japão ou Coreia do Sul e lembrou os 50 mil militares destacados no Japão ou os 45 mil na Coreia do Sul “para defendê-los da Coreia do Norte”. “Se um presidente que não vou mencionar tivesse feito seu trabalho, Kim Jong Un não teria armas nucleares agora”, argumentou.

Em contrapartida, destacou a “excelente” resposta de países como Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes Unidos ou Kuwait, embora tenha lembrado que os kuwaitianos “derrubaram três de nossos aviões” e questionou como eles lidam com os “belos” mísseis Patriot americanos.

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