Publicado 17/03/2026 15:33

VÍDEO: Trump critica o fato de os líderes europeus terem apoiado a ofensiva contra o Irã, mas não participarem da missão no Estreito

11 de março de 2026, EUA, Washington: O presidente dos EUA, Donald Trump, responde a perguntas da imprensa sobre o Irã, a Europa e a identificação do eleitor ao embarcar no Marine One para um voo com destino ao Kentucky, em Washington, D.C. Foto: Andrew L
Andrew Leyden/ZUMA Press Wire/dp / DPA

Reitera sua decepção com a OTAN e destaca o apoio recebido dos países do Golfo

MADRID, 17 mar. (EUROPA PRESS TELEVISÃO) -

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reiterou nesta terça-feira suas críticas aos líderes europeus e parceiros da OTAN, lamentando que eles tenham apoiado a ofensiva militar contra o Irã, mas agora evitem participar da missão proposta para reabrir o estreito de Ormuz.

“Todos os aliados da OTAN concordaram conosco, mas não querem nos ajudar, apesar de nós os ajudarmos tanto — temos milhares de soldados em diferentes países ao redor do mundo —, o que é incrível”, criticou o presidente americano em declarações feitas no Salão Oval após se reunir com o primeiro-ministro irlandês, Micheál Martin.

Trump enfatizou que os Estados Unidos não precisam de “muita ajuda” para realizar a missão, embora tenha ressaltado que a situação no Irã é um “teste” para a capacidade dos países da OTAN.

“Há muito tempo me pergunto se a OTAN estaria lá para nos apoiar. Portanto, isso foi um grande teste, porque não precisamos deles, mas eles deveriam ter estado presentes”, refletiu.

Sobre as críticas da Alemanha e da França à operação proposta, Trump destacou que eles não querem se envolver na guerra, mas “acreditam que fizemos algo grandioso ao neutralizá-los (o Irã)”. Ao mesmo tempo, voltou a criticar o primeiro-ministro, Keir Starmer, ao apontar que ele prometeu ajuda militar depois que os Estados Unidos já haviam iniciado a guerra e não precisavam mais da assistência.

“É um homem muito simpático, com uma família linda. Tudo é perfeito, mas ele não produz”, disse sobre Starmer. “Você não precisa me enviar porta-aviões. Envie-me um par de navios de guerra”, afirmou sobre a falta de apoio recebido de Londres.

Dessa forma, reiterou sua “decepção” com a OTAN, após insistir que os Estados Unidos investiram bilhões de dólares e agora não vêm em auxílio a Washington em sua campanha no Irã. “Quando não nos ajudam, é algo sobre o qual devemos refletir”, argumentou.

O presidente americano, por outro lado, reivindicou o apoio recebido dos países do Golfo. “O Catar tem sido ótimo. Os Emirados Árabes Unidos têm sido absolutamente ótimos. A Arábia Saudita tem sido excelente. O Bahrein tem sido muito bom. Os países do Oriente Médio demonstraram grande apoio e, é claro, Israel tem sido nosso parceiro”, enumerou, sem especificar, no entanto, se essas nações participarão da missão.

NÃO TEM MEDO DE ENVIAR TROPAS

Sobre o andamento da ofensiva no Irã, quando a guerra chega ao seu décimo oitavo dia, Trump destacou que a ofensiva americana conseguiu dizimar as capacidades militares iranianas e eliminar a ameaça nuclear de Teerã.

No entanto, ao ser questionado sobre a possibilidade de enviar tropas para o terreno e se teme que essa decisão resulte em um conflito de anos, como a Guerra do Vietnã, o presidente norte-americano insistiu que “não tem medo de nada”.

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