Iranian Supreme Leader's Office/ DPA - Arquivo
MADRID 1 mar. (EUROPA PRESS TELEVISÃO) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a morte do líder supremo do Irã, Alí Jamenei, no âmbito dos ataques lançados pelos Estados Unidos a Israel neste sábado contra o centro do poder em Teerã, em uma operação com o objetivo declarado de forçar uma mudança de regime no Irã. “Jamenei, uma das pessoas mais malignas da história, está morto. Isso não é apenas justiça para o povo do Irã, mas também para todos os grandes americanos e para aquelas pessoas de muitos países ao redor do mundo que foram assassinadas ou mutiladas por Jamenei e sua gangue de bandidos sanguinários”, disse o presidente americano em uma mensagem nas redes sociais, confirmando que o líder supremo iraniano, no topo da República Islâmica desde 1989, foi eliminado.
Segundo Trump, o aiatolá “não conseguiu escapar dos sofisticados sistemas de inteligência e rastreamento” em colaboração com Israel. “Nem ele nem os outros líderes que foram assassinados junto com ele puderam fazer nada”, afirmou sobre a operação que tirou a vida de Jamenei, segundo líder da República Islâmica depois do fundador, o aiatolá Ruholá Jomeini, a quem ele substituiu.
Nas palavras do presidente dos Estados Unidos, “esta é a maior oportunidade que o povo iraniano tem de recuperar seu país” e, em um apelo às forças de segurança e aos membros da Guarda Revolucionária, ele garantiu que eles podem ter “imunidade” se se renderem neste momento.
“Esperamos que os Corpos da Guarda Revolucionária Islâmica e a Polícia se unam pacificamente aos patriotas iranianos e trabalhem juntos como uma unidade para devolver ao país a grandeza que ele merece”, insistiu, e em um apelo para acelerar a transição, enfatizou que o processo “deveria começar logo”.
“Não só Jamenei morreu, como o país ficou, em apenas um dia, muito destruído e até mesmo devastado”, afirmou, para terminar sua mensagem afirmando que a operação militar continuará com “bombardeios intensos e precisos” durante “toda a semana ou durante o tempo que for necessário para alcançar nosso objetivo de paz em todo o Oriente Médio”.
Os Estados Unidos e Israel lançaram neste sábado uma ofensiva surpresa com centenas de bombardeios contra “locais que representavam uma ameaça iminente”, com foco no setor militar e nuclear. Washington declarou que o objetivo da ofensiva é “desmantelar o aparato de segurança do regime”, apontando para uma mudança de regime e a queda dos aiatolás.
Teerã estava negociando com os Estados Unidos um acordo sobre seu programa nuclear quando os Estados Unidos atacaram de surpresa o Irã neste sábado, com o apoio de Israel. Teerã denunciou uma “agressão militar criminosa” que viola os princípios da Carta das Nações Unidas e lançou ataques em retaliação contra bases militares americanas em países do Golfo, incluindo Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Catar. IMAGENS DISPONÍVEIS NA EUROPA PRESS TELEVISÃO
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