Publicado 23/01/2026 06:03

VÍDEO: Trump afirma que "não parece" que se chegue a um acordo entre a Rússia e a Ucrânia, mas defende continuar a negociar

29 de dezembro de 2025, Ucrânia, Ucrânia, Ucrânia: O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se reuniu com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky para conversas sobre o fim da guerra entre a Ucrânia e a Rússia no resort Mar-a-Lago de Trump em Palm
PRESIDENT OF UKRAINE / Zuma Press / ContactoPhoto

Ele garante que Putin “fará concessões” como “todo mundo” e que não irá atrás de “tudo” a menos que não haja um acordo MADRID 23 jan. (EUROPA PRESS TELEVISIÓN) -

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira que “não parece” que será possível chegar a um acordo de segurança entre a Rússia e a Ucrânia, mas alegou que “se não nos reunirmos, nada acontecerá” em termos de possíveis avanços para um eventual cessar-fogo.

“Tive uma boa reunião, mas já tive muitas boas reuniões com o presidente (ucraniano, Volodimir) Zelensky”, declarou a partir do Air Force One, horas depois de seu encontro no Fórum Econômico Mundial realizado em Davos (Suíça). Em seguida, questionado sobre um possível acordo de segurança entre a Rússia e a Ucrânia, lamentou que “não parece que isso vá acontecer”. Apesar disso, o inquilino da Casa Branca não quis minimizar a importância da reunião trilateral que representantes russos, ucranianos e americanos realizarão neste fim de semana em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. “Sempre que nos reunimos, é bom. Se não nos reunirmos, nada acontecerá. (...) Vamos nos reunir e ver o que acontece; espero que possamos salvar muitas vidas”, afirmou, evitando, ao mesmo tempo, pronunciar-se sobre se as referidas conversações trilaterais poderiam resultar em uma cúpula entre ele, Zelensky e o presidente da Rússia, Vladimir Putin.

Trump destacou que o líder russo “neste momento, fará concessões”, já que “todo mundo está fazendo concessões para conseguir” um acordo de paz. “Eu achava que Putin queria tudo (e) talvez sim”, indicou alguns minutos depois, argumentando que “não chegará a isso, a menos que não cheguemos a um acordo”.

Por outro lado, o magnata republicano afirmou que “a Europa fará parte disso, tem que fazer parte disso”, horas depois de Zelenski ter denunciado em Davos a falta de ação do continente para garantir sua própria defesa e deter Moscou, insistindo que continua dependendo do peso militar de Washington.

Trump evitou emitir reclamações como as do líder ucraniano, mas garantiu que está mediando entre Moscou e Kiev “pela Europa”. “É mais pela Europa do que por mim. Estou fazendo isso mais pela Europa do que por mim", insistiu, antes de esclarecer que está "fazendo isso de forma secundária", em relação às suas prioridades como presidente. "Não faço isso tanto porque não nos afeta muito, exceto pela perda de vidas", afirmou, argumentando que "está a milhares de quilômetros de distância" e que "um oceano nos separa". No entanto, ele argumentou que tem “a capacidade de conseguir coisas” como a paz entre a Rússia e a Ucrânia. “Veremos se consigo fazer isso”, acrescentou. IMAGENS DISPONÍVEIS NA EUROPA PRESS TELEVISÃO

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Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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