Publicado 11/03/2026 09:42

VÍDEO: Israel lança uma nova onda de bombardeios contra supostos alvos do Hezbollah no sul de Beirute, Líbano

6 de março de 2026, Beirute, Beirute, Líbano: Fumaça negra se eleva durante ataques aéreos israelenses durante a madrugada no subúrbio sul de Beirute, um reduto do Hezbollah pró-iraniano. Israel lançou ataques massivos contra os subúrbios sul de Beirute p
Europa Press/Contacto/Marwan Naamani

MADRID 11 mar. (EUROPA PRESS TELEVISÃO) -

O Exército de Israel lançou nesta quarta-feira uma nova onda de bombardeios contra o sul da capital do Líbano, Beirute, desta vez contra “sedes terroristas” e “locais usados para armazenar armas” supostamente pertencentes ao partido-milícia xiita Hezbollah, sem que, por enquanto, haja detalhes sobre vítimas ou danos.

Assim, o Exército israelense enfatizou que “continuará agindo com força contra a organização terrorista Hezbollah, que decidiu se juntar à luta e operar sob os auspícios do regime iraniano”. “Não permitiremos que os cidadãos do Estado de Israel sejam prejudicados”, afirmou em um comunicado.

“Antes dos bombardeios, foram tomadas medidas para evitar danos aos civis”, destacou, em referência a novas ordens de evacuação emitidas pouco antes para várias zonas do sul de Beirute, concretamente nos bairros de Haret Hreik e Burj al Barajné.

Nesse sentido, o porta-voz em árabe do Exército israelense, Avichai Adrai, informou à população que “deve abandonar imediatamente a zona e seguir para o leste pela autoestrada de Damasco”, depois que as Nações Unidas elevaram na terça-feira para cerca de 700.000 o número de deslocados no Líbano devido aos ataques e ordens de evacuação de Israel.

As autoridades libanesas elevaram para 570 o número de mortos devido à onda de bombardeios lançados por Israel em resposta ao lançamento de projéteis pelo partido-milícia xiita libanês Hezbollah em vingança pelo assassinato do líder supremo do Irã, o aiatolá Alí Jamenei, na ofensiva lançada em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e Israel contra o país asiático.

Israel já havia lançado dezenas de bombardeios contra o Líbano nos últimos meses, apesar do cessar-fogo alcançado em novembro de 2024, argumentando que age contra as atividades do Hezbollah e garantindo que, por isso, não viola o pacto, embora tanto as autoridades libanesas quanto o grupo tenham se mostrado críticos a essas ações, igualmente condenadas pelas Nações Unidas.

O cessar-fogo previa que tanto Israel quanto o Hezbollah deveriam retirar suas tropas do sul do Líbano. No entanto, o Exército israelense manteve cinco postos no território de seu país vizinho, algo também criticado por Beirute e pelo grupo xiita, que exigem o fim desse destacamento. IMAGENS DISPONÍVEIS NA EUROPA PRESS TELEVISÃO

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Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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