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MADRID 25 jul. (EUROPA PRESS TELEVISION) -
Os Estados Unidos rejeitaram "veementemente" o plano da França de reconhecer o Estado palestino na Assembleia Geral da ONU em setembro, alegando que ele "só serve à propaganda do Hamas", horas depois de o presidente francês Emmanuel Macron tornar pública a decisão, um sinal de "seu compromisso histórico com uma paz justa e duradoura no Oriente Médio".
Os Estados Unidos rejeitam veementemente o plano de Emmanuel Macron de reconhecer um Estado palestino na Assembleia Geral da ONU", disse o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, em uma postagem no site de rede social X. "Os Estados Unidos rejeitam veementemente o plano de Emmanuel Macron de reconhecer um Estado palestino na Assembleia Geral da ONU", disse ele.
O chefe da diplomacia dos Estados Unidos denunciou que "essa decisão imprudente serve apenas à propaganda do Hamas e faz retroceder a paz". "É um tapa na cara das vítimas de 7 de outubro", acrescentou.
A reação de Washington veio horas depois da de Israel, cujo primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, também condenou "veementemente" a decisão de Macron, argumentando que ela "recompensa o terrorismo e corre o risco de criar outro estado aliado ao Irã, como aconteceu com Gaza".
Com essa decisão, as autoridades francesas estão seguindo os passos da Espanha, Irlanda e Noruega, que em 28 de maio de 2024 reconheceram a Palestina em uma ação simultânea que foi repreendida por Israel. O governo do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu convocou os embaixadores dos três países europeus para consultas.
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