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Defende os “resultados históricos” alcançados durante o segundo mandato de Trump e denuncia ameaças de morte contra agentes MADRID 10 fev. (EUROPA PRESS TELEVISIÓN) -
O diretor interino do Serviço de Controle de Imigração e Alfândega (ICE), Todd Lyons, defendeu nesta terça-feira perante o Congresso os “resultados históricos” alcançados durante o segundo mandato do presidente americano, Donald Trump, apesar dos recentes incidentes registrados em Minnesota, garantindo que a agência opera no “ambiente operacional mais letal de sua história”.
“A quem quer que acredite que pode nos intimidar: vai fracassar. Apesar dos perigos, nossos escritórios continuam cumprindo sua missão com firmeza. Isso é apenas o começo. O ICE mantém seu compromisso com o princípio de que aqueles que entram ilegalmente em nosso país devem prestar contas”, afirmou ele perante a comissão de Segurança Nacional da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos. Lyons defendeu que a agência alcançou resultados “históricos” durante o segundo mandato de Trump. “De 20 de janeiro de 2025 a 20 de janeiro de 2026, o ICE realizou quase 379.000 prisões. Entre elas, havia mais de 7.000 supostos membros de gangues e mais de 1.400 supostos terroristas”, destacou.
Esses resultados foram obtidos em um contexto que ele definiu como o “ambiente operacional mais letal da história” do ICE. “No ano fiscal de 2025, as ameaças de morte contra o pessoal do ICE aumentaram mais de 8.000%. As agressões a agentes dispararam mais de 1.400%”, afirmou ele perante a comissão.
Lyons deu como exemplo um incidente em que um manifestante no estado de Minnesota — onde ocorreram importantes protestos após a morte de Alex Pretti e Renee Good às mãos de agentes da lei — chegou a arrancar um dedo de um membro do ICE com uma mordida, “incitado por funcionários eleitos que definiram nossos escritórios como a Gestapo ou a Polícia Secreta”.
“As famílias dos funcionários do ICE têm se sentido inseguras em suas casas. Sei disso em primeira mão porque minha própria família foi alvo de ataques”, afirmou Lyons, que defendeu que o ICE existe para fazer cumprir as leis migratórias dos Estados Unidos, baseadas no “bom senso, na soberania nacional e na moralidade”.
O representante dos Estados Unidos pela Califórnia, Eric Swalwell, questionou Lyons durante a audiência por afirmar que quer “um processo de deportação semelhante ao Amazon Prime” e até pediu que ele se desculpasse com a família de Renee Good por tê-la relacionado ao terrorismo doméstico.
Está previsto que compareçam perante a referida comissão o comissário-chefe dos Serviços de Proteção de Fronteiras e Alfândegas dos Estados Unidos, Rodney Scott, e o diretor dos Serviços de Cidadania e Migração, Joseph Edlow. Embora a audiência não se concentre nas mortes de Pretti e Good, os congressistas terão a opção de questionar os chefes das agências de imigração do país sobre os métodos de detenção dos agentes. IMAGENS DISPONÍVEIS NA EUROPA PRESS TELEVISIÓN
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