Publicado 20/11/2025 05:48

A Venezuela saúda o fato de Washington estar persuadindo Trump a falar e pensar com "cabeça fria".

Archivo - 11 de setembro de 2018 - Caracas, Distrito Capital, Venezuela - Diosdado Cabello, vice-presidente do Partido Socialista Unido (PSUV), é visto saudando os apoiadores durante a marcha convocada pelo vice-presidente do Partido Socialista Unido da V
Europa Press/Contacto/Roman Camacho - Arquivo

MADRID 20 nov. (EUROPA PRESS) -

O ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, saudou o fato de que em Washington há uma corrente de "diálogos" que está persuadindo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a manter conversações com seu colega venezuelano, Nicolás Maduro. "O diálogo é defendido por todo o mundo", disse ele.

"O diálogo é bom quando há contradições", defendeu o secretário-geral do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), durante a última transmissão de seu programa de televisão, Con el mazo dando, onde enfatizou que falar "não significa ceder".

O "número dois" do chavismo responde assim a algumas palavras do presidente Trump nesta semana, nas quais ele deixou a porta aberta para conversar com Maduro, em um momento em que as tensões aumentaram a ponto de em Caracas e em grande parte da região haver temores de uma possível intervenção militar dos Estados Unidos.

Cabello saudou o fato de que, entre o círculo próximo do presidente dos EUA, está ganhando terreno um grupo de "pessoas com mentalidade de diálogo", responsáveis por insistir na necessidade de "esgotar todas as opções diplomáticas", bem como de "pensar com cabeça fria antes de tomar decisões".

Esse grupo são os "verdadeiros amigos" de Trump, disse Cabello, pois querem que os Estados Unidos se comprometam com o diálogo e não caiam em "aventuras" como as de Juan Guaidó em 2019.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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