Publicado 19/01/2026 23:34

Venezuela recebe um voo com 235 migrantes deportados dos EUA, o segundo após a captura de Maduro

Archivo - Arquivo - CARACAS, 4 de dezembro de 2025 — Um avião da Copa Airlines taxiando no Aeroporto Internacional Simón Bolívar, em Maiquetía, Venezuela, em 3 de dezembro de 2025. A companhia aérea panamenha Copa Airlines suspendeu os voos de quinta e se
Europa Press/Contacto/Li Muzi - Arquivo

MADRID 20 jan. (EUROPA PRESS) - Um avião com 235 cidadãos venezuelanos a bordo aterrou esta segunda-feira no país latino-americano proveniente do estado do Arizona, Estados Unidos, informou o Ministério do Interior venezuelano. Este é o segundo voo deste tipo após a captura do presidente Nicolás Maduro em um ataque americano a Caracas no último dia 3 de janeiro. “Um total de 235 venezuelanos entraram no país a bordo do voo número 100 proveniente dos Estados Unidos. Nesta ocasião, retornaram 219 homens e 16 mulheres”, informou o ministério nas redes sociais, garantindo que os passageiros “receberam atendimento integral” por parte dos “órgãos de segurança cidadã” à sua chegada ao Aeroporto Internacional de Maiquetía, no estado de La Guaira.

O governo da presidente interina, Delcy Rodríguez, destacou a operação como um “marco”, por se tratar do voo número 100 dentro da chamada “Grande Missão Retorno à Pátria”, enfatizando que essa iniciativa que “busca facilitar o retorno” dos venezuelanos ao país foi “criada pelo presidente constitucional da (...) Venezuela, Nicolás Maduro”. “Com essas ações, o governo reafirma o compromisso com cada venezuelano no exterior que deseja retornar à sua pátria”, acrescentou a esse respeito. No sábado passado, outro avião com 199 migrantes venezuelanos — 181 homens e 18 mulheres — a bordo pousou no país sul-americano, também proveniente do estado do Arizona, sendo o primeiro voo de deportação deste ano e após a captura de Maduro e sua esposa, Cilia Flores, no ataque do Exército dos Estados Unidos realizado sobre Caracas e arredores, no qual morreram pelo menos uma centena de pessoas, incluindo cerca de vinte militares venezuelanos e 32 membros das forças de segurança cubanas.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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